E o amanhã nunca veio =/
Eu só não digo q a vida não pode ficar pior pq eu sei q pode. E se falar dá mau agouro.
Então.
Vamos fazer um resumo do meu pesar.
Primeiro eu fiquei triste <-> feliz pq ele passou. Triste pq tava tudo pronto e mais que resolvido pra ele vir pra cá. Isso talvez não resolvesse a vida dele como ele queria, mas acabava com a minha penúria.
E ele nem demonstrou a felicidade toda que a ocasião merececia, desbalanceando a reação pro lado triste.
E logicamente, ele saiu pra comemorar com os amigos.
E eu tenho certeza, absoluta, de que ele nunca vai entender a minha tristeza por isso. Eu queria estar lá. E só de pensar nisso de novo é agonizante.
E veio o martírio de decidir se vai, se fica, como vai. Isso me fez passar num intervalo enorme de sentimentos indo desde a colera até o mais recentemente adquirido pesar. Às vezes me parece que ele não consegue pensar.
E logicamente, o destino ataca novamente. Por fim ele decidiu e conseguiu ir, mas, tinha que ser num domingo?
Meu único alívio foi não mostrar isso tudo pra ele. Não é justo. Ele já tem seus próprios medos e preocupações suficientes.
Mesmo se ele souber, não vai entender. E justamente por isso eu corro o risco de ser classificada como egoísta.
Ainda restaram muitos sentimentos dolorosos. Coisas q eu não quero comentar pra não gerar situações ainda piores.
E as coisas continuam horríveis
domingo, 30 de julho de 2006
terça-feira, 18 de julho de 2006
Por acaso, resolvi passear na internet. O resultado saiu mais cedo.
Ele passou. Em 1o. do curso. Não tem mais o que dizer.
Ele reage de maneira estranha.
Eu não sei mais o que pensar.
Minha opinião está mais do que tomada: ele tem que ir de qq maneira, custe o que custar. E dps dá-se um jeito pra tudo.
Mas ele não pensa assim.. eu não sei o que ele pensa, eu não sei o que ele sente e não vou tentar entender.
Talvez se o porre fosse bem grande ...
acho q eu deveria me embriagar tbm..
As perguntas e o resto ficam pramanhã.
Ele passou. Em 1o. do curso. Não tem mais o que dizer.
Ele reage de maneira estranha.
Eu não sei mais o que pensar.
Minha opinião está mais do que tomada: ele tem que ir de qq maneira, custe o que custar. E dps dá-se um jeito pra tudo.
Mas ele não pensa assim.. eu não sei o que ele pensa, eu não sei o que ele sente e não vou tentar entender.
Talvez se o porre fosse bem grande ...
acho q eu deveria me embriagar tbm..
As perguntas e o resto ficam pramanhã.
segunda-feira, 17 de julho de 2006
hm
E passaram grande parte das coisas.
As esperanças foram praticamente todas embora. A viagem não foi tão proveitosa assim.
Como diria Shakespeare na peça, muito barulho por nada.
E passou a AF tbm e a minha vontade de ir, tirar férias e esquecer o mundo, não embarcou nesse mesmo trem.
Eu ainda tento hipocritamente justificar uma escolha (forçada) com as filas enormes e os problemas de SP. Eu sempre soube que não ir era o melhor a fazer, mas não quer dizer que eu não queria.
O piquenique no parque não foi desastroso. Mas bem diferente do que eu pensava.
As pessoas mudaram muito, e eu não pude acompanhá-las.. fiquei perdida no tempo. Como uma pessoa que acorda 5 anos depois do coma e estranha tudo. Mas não é por isso que a vida das pessoas para. É uma pena.
Nada em especial pra comentar sobre o fds.. então próximo.
Fiquei em casa, no que está se tornando ser o de sempre. Tentando me concentrar, mas não muito pra me entediar, e escrever a tese, de acordo com tudo o que me propus. Ás vezes é mais difícil do que parece.
E quando passei no banco pra sacar, quem o destino enfia no caminho? Aquele garoto, que mora 3 ruas dps da minha casa, que eu gostei por tanto tempo. O resto da história é previsível. Eu não o encontrava pessoalmente desde o dia que eu levei o fora. E não falava com ele desde agosto do ano passado, em q minha irmã pediu pra convidá-lo. O q eu fiz pelo telefone, rezando pra ele não ir. Dessa vez deu certo.
Ele insistiu pra me dar carona até a academia, ok , pela amizade q foi longa e em uma época importante, eu resolvi aceitar. Próxima vez eu escuto minha consciência, mas é que ela falou tçao baixinho..
Quando eu tava pra descer ele falou que tinhamos q conversar, botar a conversa em dia e essas palhaçadas. E falou que tinha algo importante. Perguntei se era casamento e ele falou q só ia casar em 2014. Whatever, nem aí. E falou que antes disso nós tinhamos que ter a nossa tórrida paixão de 3 semanas. Eu acho que fiquei branco transparente. Mas saí dizendo que meu namorado, ou melhor, futuro noivo não iria permitir. Ele ainda teve a cara de pau de perguntar se eu ia contar. Claro q eu ia.
Agora... quem esse cara pensa que eu sou? Só pq nós fomos amiguinhos uma vez na vida ele acha que pode me sacanear desse jeito? Ou será que ele não acha que eu sofri o suficiente? Talvez ficar vários anos gostando de uma pessoa, pra quando finalmente tomar coragem pra falar e se livrar da sensação, levar um fora espetacular e ainda ganhar uma bronca pq ele se acha no poder de dizer que ele tinha o direito de saber e estava arrasado com isso, seja pouco mesmo.
Foi muita sacanagem. Com sorte, a próxima vez q eu encontrar com ele deve ser daqui uns 4 anos. Até lá eu quero que ele morra.
A ferida ainda não cicatrizou, mas eu só percebi a hora que eu tirei o curativo.
As coisas mudaram muito pra mim.
Mas agora eu queria estar com meu amor. Queria colo. Queria esquecer o passado. Queria estar junto, pra ter certeza de que a dor é passageira, e em algum ponto nós vamos poder sermos felizes juntos.. Mas não dá..
And all this loneliness makes me cry all night long...
4 Non Blondes - What´s Up
25 years and my life is still
I'm trying to get up that great big hill of hope
For a destination
I realized quickly when I knew I should
that the world was made up of
this brotherhood of man
for whatever that means
And so
I cry
sometimes when I'm lying in bed
Just to get it all out what's in my head
And I am feeling a little peculiar
And so I wake in the morning and I step outside
And I take a deep breath
And I get real high
And I scream from the top of my lungs
What's goin'on
And I say, hey
I say hey, what's going on?
And I say, hey
I say hey,
what's going on?
And I try, oh my
God do I try
I try all the time in this institution
And I pray, oh my God do I pray
I pray every single day
for a revolution
And so I cry sometimes when I'm lying in bed
Just to get it all out what's in my head
And I am feeling a little peculiar
And so I wake in the morning and I step outside
And I take a deep breath
Then I get real high
And I scream from the top of my lungs what's goin' on
And I say, hey
say hey, what's going on?
And I say, hey
I say hey, what's going on
...25 years and my life is still
I'm trying to get up that
great big hill of hope
For a destination.
E passaram grande parte das coisas.
As esperanças foram praticamente todas embora. A viagem não foi tão proveitosa assim.
Como diria Shakespeare na peça, muito barulho por nada.
E passou a AF tbm e a minha vontade de ir, tirar férias e esquecer o mundo, não embarcou nesse mesmo trem.
Eu ainda tento hipocritamente justificar uma escolha (forçada) com as filas enormes e os problemas de SP. Eu sempre soube que não ir era o melhor a fazer, mas não quer dizer que eu não queria.
O piquenique no parque não foi desastroso. Mas bem diferente do que eu pensava.
As pessoas mudaram muito, e eu não pude acompanhá-las.. fiquei perdida no tempo. Como uma pessoa que acorda 5 anos depois do coma e estranha tudo. Mas não é por isso que a vida das pessoas para. É uma pena.
Nada em especial pra comentar sobre o fds.. então próximo.
Fiquei em casa, no que está se tornando ser o de sempre. Tentando me concentrar, mas não muito pra me entediar, e escrever a tese, de acordo com tudo o que me propus. Ás vezes é mais difícil do que parece.
E quando passei no banco pra sacar, quem o destino enfia no caminho? Aquele garoto, que mora 3 ruas dps da minha casa, que eu gostei por tanto tempo. O resto da história é previsível. Eu não o encontrava pessoalmente desde o dia que eu levei o fora. E não falava com ele desde agosto do ano passado, em q minha irmã pediu pra convidá-lo. O q eu fiz pelo telefone, rezando pra ele não ir. Dessa vez deu certo.
Ele insistiu pra me dar carona até a academia, ok , pela amizade q foi longa e em uma época importante, eu resolvi aceitar. Próxima vez eu escuto minha consciência, mas é que ela falou tçao baixinho..
Quando eu tava pra descer ele falou que tinhamos q conversar, botar a conversa em dia e essas palhaçadas. E falou que tinha algo importante. Perguntei se era casamento e ele falou q só ia casar em 2014. Whatever, nem aí. E falou que antes disso nós tinhamos que ter a nossa tórrida paixão de 3 semanas. Eu acho que fiquei branco transparente. Mas saí dizendo que meu namorado, ou melhor, futuro noivo não iria permitir. Ele ainda teve a cara de pau de perguntar se eu ia contar. Claro q eu ia.
Agora... quem esse cara pensa que eu sou? Só pq nós fomos amiguinhos uma vez na vida ele acha que pode me sacanear desse jeito? Ou será que ele não acha que eu sofri o suficiente? Talvez ficar vários anos gostando de uma pessoa, pra quando finalmente tomar coragem pra falar e se livrar da sensação, levar um fora espetacular e ainda ganhar uma bronca pq ele se acha no poder de dizer que ele tinha o direito de saber e estava arrasado com isso, seja pouco mesmo.
Foi muita sacanagem. Com sorte, a próxima vez q eu encontrar com ele deve ser daqui uns 4 anos. Até lá eu quero que ele morra.
A ferida ainda não cicatrizou, mas eu só percebi a hora que eu tirei o curativo.
As coisas mudaram muito pra mim.
Mas agora eu queria estar com meu amor. Queria colo. Queria esquecer o passado. Queria estar junto, pra ter certeza de que a dor é passageira, e em algum ponto nós vamos poder sermos felizes juntos.. Mas não dá..
And all this loneliness makes me cry all night long...
4 Non Blondes - What´s Up
25 years and my life is still
I'm trying to get up that great big hill of hope
For a destination
I realized quickly when I knew I should
that the world was made up of
this brotherhood of man
for whatever that means
And so
I cry
sometimes when I'm lying in bed
Just to get it all out what's in my head
And I am feeling a little peculiar
And so I wake in the morning and I step outside
And I take a deep breath
And I get real high
And I scream from the top of my lungs
What's goin'on
And I say, hey
I say hey, what's going on?
And I say, hey
I say hey,
what's going on?
And I try, oh my
God do I try
I try all the time in this institution
And I pray, oh my God do I pray
I pray every single day
for a revolution
And so I cry sometimes when I'm lying in bed
Just to get it all out what's in my head
And I am feeling a little peculiar
And so I wake in the morning and I step outside
And I take a deep breath
Then I get real high
And I scream from the top of my lungs what's goin' on
And I say, hey
say hey, what's going on?
And I say, hey
I say hey, what's going on
...25 years and my life is still
I'm trying to get up that
great big hill of hope
For a destination.
quarta-feira, 12 de julho de 2006
Vendo o blog hj lembrei que ele não vai comentar mais. Por causa de pessoas e identidade etc etc.
Ok, mas. Precisa por o nome verdadeiro? Só pq o blogger fica logado? hm, como ele mesmo diz .. vai entender.
Tá. Não vou criar caso por isso.
É uma via de mão única. Ele fica sabendo muito sobre mim e eu nada sobre ele.
Hoje não foi dos meus melhores dias.
Acordei cedo pra levar o carro com meu pai pra oficina. Ao menos ele veio me deixar em casa antes de ir trabalhar. Mas eu tou tentando ser muito boazinha pq eu vou acabar pedindo favores dps.
Cheguei em casa mas só fui sentar no pc lá pras 10. Mas trabalhei até as13, onde deu. Ouvi rádio no pc hj, e tudo ficou mais fácil, especialmente pq passaram muitas músicas que eu gosto.
Mas tem que ter uma pedra no caminho, senão não tinha poema, não é mesmo?
Preciso de um softer q deveria estar instalado no meu pc. Não estava. Fui instalar e sem querer não percebi que era a versão pra testes. Tive que instalar online (melhor q baixar 289mb de instalador) demorei umas boas horas.
Enquanto isso eu decidi almoçar e ver tv. Peguei a reprise de Scrubs de ontem. (Essa é a vantagem de trabalhar em casa...reprises do horário nobre da Sony no almoço..^^) E depois não tinha nada bom pra ver. E o instalador ainda instalando online... Aí começou um filme na HBO - o negociador, eu acho, nao vi o nome. Com o Samuel L. Jackson. Mto bom o filme. E com o fim do filme o softer instalou e eu fui usar...
E qual q minha surpresa ao ver que nada funcionava? Trava o pc, acaba com a memória, 100% de uso de cpu o tempo inteiro e não cospe nada de resultado. Depois de perder a paciência, vi que eu baixei a versão de teste nova. Mais uma década pra desinstalar e o pc ficou bonzinho de novo.
Fui na página pegar a versão velah e quem disse que abre? Esse povo faz isso direto, a pagina deles fica fora do ar por dias até. Mas o meu trabalho depende disso!
Passei o resto do tempo procurando soluções, paliativos e lendo, lendo muito. Pra tentar calcular mais ou menos com a minha cabeça o que o softer ia fazer em segundos pra mim. Droga.
Ao menos, amanhã como tenho que ir pro seminário, eu pego uma cópia da versão antiga se a página não voltar ao ar.
Dei uma organizada nas coisas do meu quarto, superficialmente, e só na mesa de trabalho e áreas fora do meu armário. Tenho muito o que fazer, mas ao menos estarei ocupada e tenho idéia do caminho a fazer, então é bom. Só queria terminar logo.
Na lista de email dos meus 'amigos' (pq só assim pra gente se falar) deram a idéia de um piquenique sábado no parque. Adorei, faz tempo q não vejo essas pessoas (desde março..) e eles são divertidos de se passar um tempinho. Das meninas eu até tenho saudade, mas não gosto de me envolver mto. Sei q não adianta, dá brigas e desfaz qq amizade. Vou, pra não estressar com a tese nem com nada. 14h, fico até umas 18 e volto.
Enquanto isso ele fica no PS, fazendo o que ele gosta sem cismar que eu sou implicante.
Não achei a idéia 100%, pq ele vai estar sozinho o tempo que eu estiver fora, pq ele não vai conseguir dormir até tão tarde. Mas eu volto cedo. E aí então a gente se ajuda de alguma forma.
Pq eu acho q o resultado do vestibular só sai mesmo dia 19 e eu queria que saísse antes..
Minha mãe perguntou sobre ele, se tá tudo bem. E agorinha de noite falou pra eu não fazer mutias perguntas pq pode parecer cobrança. Mas hj eu já tinha decidido q não ia ligar pra ele.
Num é isso, eu só queria saber o que está acontecendo. E ver se eu fico menos ansiosa também.
Acho que ela já percebeu a mudança no meu humor faz tempo.
Engraçado.
É um pouco de uma nova fase. Em que a gente começa a ter idéias de coisas boas que podem acontecer. Esperança..
E finalmente, depois de muitos e muitos meses saiu um capítulo de Tsumi ni nureta futari.
Infelizmente eu não aguentei a demora e li os scripts antes, décadas atrás, e nem lembrava em q pé estavam as coisas no manga. Mas, dps de tanto tempo lançar 20 pags é sacanagem. Msm pq eles tem td praticamente traduzido q pegaram do site da menina, q eu sei e eles confirmam. E o Kazuki morreu. Sei lá, pra ele foi bom. Ele era bom demais pra ficar sofrendo o manga inteiro. O resot do povo ao menos sofre com justificativa..
Eu sempre adorei ler dramas. E agora que a minha vida tem um eu não acho graça na história.
Hm..
Ok, mas. Precisa por o nome verdadeiro? Só pq o blogger fica logado? hm, como ele mesmo diz .. vai entender.
Tá. Não vou criar caso por isso.
É uma via de mão única. Ele fica sabendo muito sobre mim e eu nada sobre ele.
Hoje não foi dos meus melhores dias.
Acordei cedo pra levar o carro com meu pai pra oficina. Ao menos ele veio me deixar em casa antes de ir trabalhar. Mas eu tou tentando ser muito boazinha pq eu vou acabar pedindo favores dps.
Cheguei em casa mas só fui sentar no pc lá pras 10. Mas trabalhei até as13, onde deu. Ouvi rádio no pc hj, e tudo ficou mais fácil, especialmente pq passaram muitas músicas que eu gosto.
Mas tem que ter uma pedra no caminho, senão não tinha poema, não é mesmo?
Preciso de um softer q deveria estar instalado no meu pc. Não estava. Fui instalar e sem querer não percebi que era a versão pra testes. Tive que instalar online (melhor q baixar 289mb de instalador) demorei umas boas horas.
Enquanto isso eu decidi almoçar e ver tv. Peguei a reprise de Scrubs de ontem. (Essa é a vantagem de trabalhar em casa...reprises do horário nobre da Sony no almoço..^^) E depois não tinha nada bom pra ver. E o instalador ainda instalando online... Aí começou um filme na HBO - o negociador, eu acho, nao vi o nome. Com o Samuel L. Jackson. Mto bom o filme. E com o fim do filme o softer instalou e eu fui usar...
E qual q minha surpresa ao ver que nada funcionava? Trava o pc, acaba com a memória, 100% de uso de cpu o tempo inteiro e não cospe nada de resultado. Depois de perder a paciência, vi que eu baixei a versão de teste nova. Mais uma década pra desinstalar e o pc ficou bonzinho de novo.
Fui na página pegar a versão velah e quem disse que abre? Esse povo faz isso direto, a pagina deles fica fora do ar por dias até. Mas o meu trabalho depende disso!
Passei o resto do tempo procurando soluções, paliativos e lendo, lendo muito. Pra tentar calcular mais ou menos com a minha cabeça o que o softer ia fazer em segundos pra mim. Droga.
Ao menos, amanhã como tenho que ir pro seminário, eu pego uma cópia da versão antiga se a página não voltar ao ar.
Dei uma organizada nas coisas do meu quarto, superficialmente, e só na mesa de trabalho e áreas fora do meu armário. Tenho muito o que fazer, mas ao menos estarei ocupada e tenho idéia do caminho a fazer, então é bom. Só queria terminar logo.
Na lista de email dos meus 'amigos' (pq só assim pra gente se falar) deram a idéia de um piquenique sábado no parque. Adorei, faz tempo q não vejo essas pessoas (desde março..) e eles são divertidos de se passar um tempinho. Das meninas eu até tenho saudade, mas não gosto de me envolver mto. Sei q não adianta, dá brigas e desfaz qq amizade. Vou, pra não estressar com a tese nem com nada. 14h, fico até umas 18 e volto.
Enquanto isso ele fica no PS, fazendo o que ele gosta sem cismar que eu sou implicante.
Não achei a idéia 100%, pq ele vai estar sozinho o tempo que eu estiver fora, pq ele não vai conseguir dormir até tão tarde. Mas eu volto cedo. E aí então a gente se ajuda de alguma forma.
Pq eu acho q o resultado do vestibular só sai mesmo dia 19 e eu queria que saísse antes..
Minha mãe perguntou sobre ele, se tá tudo bem. E agorinha de noite falou pra eu não fazer mutias perguntas pq pode parecer cobrança. Mas hj eu já tinha decidido q não ia ligar pra ele.
Num é isso, eu só queria saber o que está acontecendo. E ver se eu fico menos ansiosa também.
Acho que ela já percebeu a mudança no meu humor faz tempo.
Engraçado.
É um pouco de uma nova fase. Em que a gente começa a ter idéias de coisas boas que podem acontecer. Esperança..
E finalmente, depois de muitos e muitos meses saiu um capítulo de Tsumi ni nureta futari.
Infelizmente eu não aguentei a demora e li os scripts antes, décadas atrás, e nem lembrava em q pé estavam as coisas no manga. Mas, dps de tanto tempo lançar 20 pags é sacanagem. Msm pq eles tem td praticamente traduzido q pegaram do site da menina, q eu sei e eles confirmam. E o Kazuki morreu. Sei lá, pra ele foi bom. Ele era bom demais pra ficar sofrendo o manga inteiro. O resot do povo ao menos sofre com justificativa..
Eu sempre adorei ler dramas. E agora que a minha vida tem um eu não acho graça na história.
Hm..
terça-feira, 11 de julho de 2006
Ah, e ainda é só terça-feira...
Ficarei em casa enquanto for possível. Refazendo e arrumando meu trabalho de ontem. E escrevendo o artigo, a tese tem que sair.
Infelizmente eu senti falta dele profissionalmente falando.
Não quero dizer que odeio mas mexer com imagens é um problema. A inexperiência aliada a falta de um programa decente torna tudo complicado.
Demorei um tempão pra resolver meu problema, que descobri que vinha da perda de qualidade de .png pra .jpg. Pensei em passar pra pdf mas achei um conversor bom e... menos um problema daqui pra frente.
Depois do almoço fui tirar meia horinha de descanso. E no horário de almoço o Sony reprise as séries do horário nobre do dia anterior. Aí eu vi medium, que tava começando, até as 14h. E depois vi outra coisa, e deu a hora de Friends. Mas nesse tempo eu fiquei com sono. E fui dormir. Acordei quase de noite, sem ter terminado as coisas.
E a profa me liga mandando olhar o email. Eu pronta pra dar explicações. Mas ela disse só pra olhar o email.
Resultados da tese de doutorados prontos para serem trabalhados.. tenho que defender em janeiro e começar o doutorado em março. Bom, vou morrer de trabalhar nesses 6 meses que faltam. Mas, ano que vem minha bolsa aumenta. Menos um ano no mestrado e menos um tempo no doutorado..mercado de trabalho mais rápido. Dinheiro entrando mais depressa. Ao menos eu vejo assim. Deus me faz andar pra frente a pontapés mesmo..
Liguei pra ele e a voz dele estava melhor. Ele estava feliz, ou ao menos parecia. Ontem, parecia até que ele não podia falar.
Mas, eu imaginei que fosse acontecer o que houve. Provavelmente o amigo não deu as informações muito certas e a coisa não era bem assim como se esperava. Não tem emprego garantido, nem essa possibilidade. Ele disse que vai ver sobre Rio Verde amanhã. Não gosto nem um pouco da idéia, morar com família costuma ser bastante complicado, e ele não vai arrumar emprego na área fácil - vai ter que trabalhar sei lá no quê pra poder se manter. Minha preocupação é ele começar algo e ter que parar no meio. E a passagem deve ser cara, além dos horários serem ruins. Se ele sair do serviço as 18, ele nao chega na faculdade as 19 pra aula, com 50km de distância entre as cidades. E pra voltar as 23h, tem como?
Veremos.
Estou sem sono, vou deitar e ficar rolando a noite toda na cama.
Pior é o medo que eu tenho de imaginar o que eu vou pensar..
Ficarei em casa enquanto for possível. Refazendo e arrumando meu trabalho de ontem. E escrevendo o artigo, a tese tem que sair.
Infelizmente eu senti falta dele profissionalmente falando.
Não quero dizer que odeio mas mexer com imagens é um problema. A inexperiência aliada a falta de um programa decente torna tudo complicado.
Demorei um tempão pra resolver meu problema, que descobri que vinha da perda de qualidade de .png pra .jpg. Pensei em passar pra pdf mas achei um conversor bom e... menos um problema daqui pra frente.
Depois do almoço fui tirar meia horinha de descanso. E no horário de almoço o Sony reprise as séries do horário nobre do dia anterior. Aí eu vi medium, que tava começando, até as 14h. E depois vi outra coisa, e deu a hora de Friends. Mas nesse tempo eu fiquei com sono. E fui dormir. Acordei quase de noite, sem ter terminado as coisas.
E a profa me liga mandando olhar o email. Eu pronta pra dar explicações. Mas ela disse só pra olhar o email.
Resultados da tese de doutorados prontos para serem trabalhados.. tenho que defender em janeiro e começar o doutorado em março. Bom, vou morrer de trabalhar nesses 6 meses que faltam. Mas, ano que vem minha bolsa aumenta. Menos um ano no mestrado e menos um tempo no doutorado..mercado de trabalho mais rápido. Dinheiro entrando mais depressa. Ao menos eu vejo assim. Deus me faz andar pra frente a pontapés mesmo..
Liguei pra ele e a voz dele estava melhor. Ele estava feliz, ou ao menos parecia. Ontem, parecia até que ele não podia falar.
Mas, eu imaginei que fosse acontecer o que houve. Provavelmente o amigo não deu as informações muito certas e a coisa não era bem assim como se esperava. Não tem emprego garantido, nem essa possibilidade. Ele disse que vai ver sobre Rio Verde amanhã. Não gosto nem um pouco da idéia, morar com família costuma ser bastante complicado, e ele não vai arrumar emprego na área fácil - vai ter que trabalhar sei lá no quê pra poder se manter. Minha preocupação é ele começar algo e ter que parar no meio. E a passagem deve ser cara, além dos horários serem ruins. Se ele sair do serviço as 18, ele nao chega na faculdade as 19 pra aula, com 50km de distância entre as cidades. E pra voltar as 23h, tem como?
Veremos.
Estou sem sono, vou deitar e ficar rolando a noite toda na cama.
Pior é o medo que eu tenho de imaginar o que eu vou pensar..
segunda-feira, 10 de julho de 2006
Conversamos sexta. Muito
E sábado.
E domingo.
E nunca é suficiente.
Liguei pra ele a noite, sabendo que ele não ia aparecer, com voz de quem enrolou o domingo todo sem fazer nada pq a única coisa boa a se fazer não estava disponível. E quase, quase me debulhando em lágrimas. Ainda mais pelo q aconteceu no sábado.
Sábado tivemos um pequeno desentendimento, se é que eu posso chamar assim. Eu sei que eu sou uma pessoa muito difícil de lidar. Especialmente pq qnd é a minha hora, eu quero atenção única e exclusiva pra mim. E eu que não consigo escrever nada, acabo por fazer mais errado do que certo.
Mas às vezes também acontecem coisas boas pra gente.
Ele apareceu e ficamos até 1h da manhã. Dsl, conexão muito boa...
Uma pena que na segunda eu fiquei sem saber o que fazer da vida.
Espero que ele não se sinta assim quando eu viaje, é no mínimo estranho. Como se faltasse alguma coisa.
Tinha um relatório pra fazer, e acabei ficando em casa para fazê-lo. E nisso sinto mais ainda a ausência dele.
Entrei no mirc, msn, pra ver se com alguma conversa eu levava o dia mais tranquilamente. Não adiantou muito.
Minha mãe veio perguntar se eu não queria chamá-lo de novo pra viajar com a família. E eu acabei contando tudo o que está acontecendo com ele.
Mas miséria pouca é bobagem. E a idéia que ela deu seria ótima, se puder ser mesmo realizada.
Falou pra ele vir aqui em casa, como nos nossos antigos planos, mas falou pra ele ficar aqui em casa. Durante um tempo. (Tempo é uma coisa mto indefinida pra mim) Lógico que a primeira coisa que eu fiz foi forçar um sorriso falso. É a última coisa que meu pai iria achar bom. E ela me disse que quando eles vieram pra Brasília foi a mesma coisa. (A tática de retribuição de favor e propagação da bondade é boa..) Aí eu disse que eles já eram casados quando vieram. Minha mãe disse que casamento não é problema nenhum. Ela disse que conhece o padre (da igreja lá da chácara, eles são foliões da festa do divino e ajudam sempre etc), que tem a igreja, era só dar um almoço e pronto, que comprava um sofá-cama pros pais dele dormirem no quarto de cima, que o vestido tem o dela mas se não quiser a gente compra um rapidinho. E pronto. Tão simples.
Eu fiquei estarrecida. Eu nunca tinha pensado nessa hipótese. Vai ver que as minhas idéias insanas são mesmo por parte de mãe e ela é pior que eu. Tudo bem que ela não falou nada sobre onde morar e etc. Mas eu fiquei abismada com alguém conseguir sonhar tão alto assim.
Claro que eu acho a idéia exagerada. Mas a parte dele ficar aqui um tempo, arrumar emprego e ficar definitivamente é algo tentadoramente bom de se acreditar. Porém, extremamente dolorosa. Não deixa de ser uma possibilidade, a probabilidade real dea acontecer eu não sei, mas que existe, existe. Embora, pra isso, ele tenha que adiar a faculdade. Até a hora que der.
Pra mim, ele mudando pra cá fica tudo mais fácil. Mas será que pra ele é assim?
Ele não me deu nenhuma notícia sobre coxim. E eu estive tentando não ficar ansiosa.
Lembrei de um convite de última hora, encontrar velhos conhecidos numa pizzaria. Embora já tivesse jantado, fui. Era uma boa oportunidade pra tentar esquecer todas as coisas, pra usar pessoas para tirarem foto de mim, e por ter jantado, eu não ia querer comer nada. Querer eu até quis, mas o preço e a consciência pesaram mais. Definitivamente é um lugar que tenho que levá-lo. Superando a longa fila de espera e indo com gente suficiente pra aproveitar, a massa da pizza é fininha e o lugar é legalzinho, embora esteja sempre cheio. E vou chamar a mayumi e o gil pra irem conosco pra ela dividir com ela a pizza de rúcula com tomate seco. Não sabia que as pessoas gostavam disso. Aliás, é uma ótima idéia chamar os meus outros amigos pra conhecê-lo, por enquanto ele é só um fantasma pra eles =p
E logicamente usei a peça de roupa nova que eu comprei pra mim mas pensando nele. Ficou ótima. Quando eu estava pra sair minha mãe até perguntou se eu tinha posto silicone. O que uma roupa justa não faz...
Mas quando voltei em casa as coisas voltaram. E o desânimo aliado ao nervosismo faz uma péssima combinação.
Lacrimosa - Mozart
E sábado.
E domingo.
E nunca é suficiente.
Liguei pra ele a noite, sabendo que ele não ia aparecer, com voz de quem enrolou o domingo todo sem fazer nada pq a única coisa boa a se fazer não estava disponível. E quase, quase me debulhando em lágrimas. Ainda mais pelo q aconteceu no sábado.
Sábado tivemos um pequeno desentendimento, se é que eu posso chamar assim. Eu sei que eu sou uma pessoa muito difícil de lidar. Especialmente pq qnd é a minha hora, eu quero atenção única e exclusiva pra mim. E eu que não consigo escrever nada, acabo por fazer mais errado do que certo.
Mas às vezes também acontecem coisas boas pra gente.
Ele apareceu e ficamos até 1h da manhã. Dsl, conexão muito boa...
Uma pena que na segunda eu fiquei sem saber o que fazer da vida.
Espero que ele não se sinta assim quando eu viaje, é no mínimo estranho. Como se faltasse alguma coisa.
Tinha um relatório pra fazer, e acabei ficando em casa para fazê-lo. E nisso sinto mais ainda a ausência dele.
Entrei no mirc, msn, pra ver se com alguma conversa eu levava o dia mais tranquilamente. Não adiantou muito.
Minha mãe veio perguntar se eu não queria chamá-lo de novo pra viajar com a família. E eu acabei contando tudo o que está acontecendo com ele.
Mas miséria pouca é bobagem. E a idéia que ela deu seria ótima, se puder ser mesmo realizada.
Falou pra ele vir aqui em casa, como nos nossos antigos planos, mas falou pra ele ficar aqui em casa. Durante um tempo. (Tempo é uma coisa mto indefinida pra mim) Lógico que a primeira coisa que eu fiz foi forçar um sorriso falso. É a última coisa que meu pai iria achar bom. E ela me disse que quando eles vieram pra Brasília foi a mesma coisa. (A tática de retribuição de favor e propagação da bondade é boa..) Aí eu disse que eles já eram casados quando vieram. Minha mãe disse que casamento não é problema nenhum. Ela disse que conhece o padre (da igreja lá da chácara, eles são foliões da festa do divino e ajudam sempre etc), que tem a igreja, era só dar um almoço e pronto, que comprava um sofá-cama pros pais dele dormirem no quarto de cima, que o vestido tem o dela mas se não quiser a gente compra um rapidinho. E pronto. Tão simples.
Eu fiquei estarrecida. Eu nunca tinha pensado nessa hipótese. Vai ver que as minhas idéias insanas são mesmo por parte de mãe e ela é pior que eu. Tudo bem que ela não falou nada sobre onde morar e etc. Mas eu fiquei abismada com alguém conseguir sonhar tão alto assim.
Claro que eu acho a idéia exagerada. Mas a parte dele ficar aqui um tempo, arrumar emprego e ficar definitivamente é algo tentadoramente bom de se acreditar. Porém, extremamente dolorosa. Não deixa de ser uma possibilidade, a probabilidade real dea acontecer eu não sei, mas que existe, existe. Embora, pra isso, ele tenha que adiar a faculdade. Até a hora que der.
Pra mim, ele mudando pra cá fica tudo mais fácil. Mas será que pra ele é assim?
Ele não me deu nenhuma notícia sobre coxim. E eu estive tentando não ficar ansiosa.
Lembrei de um convite de última hora, encontrar velhos conhecidos numa pizzaria. Embora já tivesse jantado, fui. Era uma boa oportunidade pra tentar esquecer todas as coisas, pra usar pessoas para tirarem foto de mim, e por ter jantado, eu não ia querer comer nada. Querer eu até quis, mas o preço e a consciência pesaram mais. Definitivamente é um lugar que tenho que levá-lo. Superando a longa fila de espera e indo com gente suficiente pra aproveitar, a massa da pizza é fininha e o lugar é legalzinho, embora esteja sempre cheio. E vou chamar a mayumi e o gil pra irem conosco pra ela dividir com ela a pizza de rúcula com tomate seco. Não sabia que as pessoas gostavam disso. Aliás, é uma ótima idéia chamar os meus outros amigos pra conhecê-lo, por enquanto ele é só um fantasma pra eles =p
E logicamente usei a peça de roupa nova que eu comprei pra mim mas pensando nele. Ficou ótima. Quando eu estava pra sair minha mãe até perguntou se eu tinha posto silicone. O que uma roupa justa não faz...
Mas quando voltei em casa as coisas voltaram. E o desânimo aliado ao nervosismo faz uma péssima combinação.
Lacrimosa - Mozart
sexta-feira, 7 de julho de 2006
Ontem eu queria morrer..pelos mesmos motivos de sempre
A única coisa que posso fazer é rezar. Mas acho que não estou me esforçando o suficiente...
hoje estive melhor.
Chegou um aluno de Cuiabá que pretende fazer mestrado lá conosco. Está experimentando esse mês, aprendendo e conhecendo. Ele conhece bem pouco na área, mas é muito esforçado. Quem sabe ele fica.
Passei o dia com ele fazendo e ensinando experimentos. Conversei muito. Ele é bem simpático e eu adoro conversar mesmo, então. Engraçado que quando ele chegou, primeiro eu achei que ele era português, depois gaúcho, aí eu não sabia mais de onde ele era. Mas que sotaquezinho mais estranho. Fiquei de babysitter, ensinando =p Mas é bom, eu acho que é obrigação minha fazer o mesmo, pois quando eu cheguei tbm tiveram que me ensinar. E eu queria ser uma professora melhor do que foram pra mim. Além de, se o menino passar na prova e ficar, fazer amizade, porque não? É sempre bom manter um ambiente de trabalho agradável.
Ele disse que estranhou o povo de Brasília. Muito fechado. Falou que só eu não sou assim.
Então meu dia foi bem agitado, pela rotina experimentalista que eu até sinto falta, mas que as vezes supera a minha paciência. Acho que o problema é por eu ter que ficar planejando tudo pra sair no horário junto com meu pai. Ou porque não dá certo..não sei ao certo o que me desgosta das coisas
Mas assim, fazendo junto, aliás ele fazendo e eu supervisionando e fazendo às vezes, foi bom. Nem perdi a paciência com as insistências chatas da Rozeni, mas que no fim das contas estavam certas. Nem perdia a paciência com um pHmêtro demoníaco que arrumaram. O nosso lindo e novo, veio quebrado, perdeu a garantia e agora só Deus sabe.
Uma pena que meu pai esquece de me avisar as coisas. Infelizmente, eu não queria fazer o experimento de hoje hoje. Porque chegamos cedo, eu as 7:30, ele as 8 mas só conseguimos começar a fazer as coisas, devido a diversos contratempos, à tarde. E é um procedimento demorado, e como saio de carona, se eu não estiver pronta as 17 meu api estressa.
E hoje sem nem me avisar ele me falou as 16 que queria ir embora. Pedi 10min e demorei 30 horas mas tudo bem. Tem muitas coisas em que meu pai não cede e deveria, e muitas coisas que ele não entende. Mas é normal, fazer o quê.
Adormeci, escondida do frio nos meus cobertores, enquanto meus pais foram visitar uma loja de decoração/construção. Vi jornal, mas nem sei o que passou de notícia. O último capítulo da novela, que foi um lixo e estou só esperando pra ver se ele aparece.
Deixei recado, e como não recebi resposta negativa...
A única coisa que posso fazer é rezar. Mas acho que não estou me esforçando o suficiente...
hoje estive melhor.
Chegou um aluno de Cuiabá que pretende fazer mestrado lá conosco. Está experimentando esse mês, aprendendo e conhecendo. Ele conhece bem pouco na área, mas é muito esforçado. Quem sabe ele fica.
Passei o dia com ele fazendo e ensinando experimentos. Conversei muito. Ele é bem simpático e eu adoro conversar mesmo, então. Engraçado que quando ele chegou, primeiro eu achei que ele era português, depois gaúcho, aí eu não sabia mais de onde ele era. Mas que sotaquezinho mais estranho. Fiquei de babysitter, ensinando =p Mas é bom, eu acho que é obrigação minha fazer o mesmo, pois quando eu cheguei tbm tiveram que me ensinar. E eu queria ser uma professora melhor do que foram pra mim. Além de, se o menino passar na prova e ficar, fazer amizade, porque não? É sempre bom manter um ambiente de trabalho agradável.
Ele disse que estranhou o povo de Brasília. Muito fechado. Falou que só eu não sou assim.
Então meu dia foi bem agitado, pela rotina experimentalista que eu até sinto falta, mas que as vezes supera a minha paciência. Acho que o problema é por eu ter que ficar planejando tudo pra sair no horário junto com meu pai. Ou porque não dá certo..não sei ao certo o que me desgosta das coisas
Mas assim, fazendo junto, aliás ele fazendo e eu supervisionando e fazendo às vezes, foi bom. Nem perdi a paciência com as insistências chatas da Rozeni, mas que no fim das contas estavam certas. Nem perdia a paciência com um pHmêtro demoníaco que arrumaram. O nosso lindo e novo, veio quebrado, perdeu a garantia e agora só Deus sabe.
Uma pena que meu pai esquece de me avisar as coisas. Infelizmente, eu não queria fazer o experimento de hoje hoje. Porque chegamos cedo, eu as 7:30, ele as 8 mas só conseguimos começar a fazer as coisas, devido a diversos contratempos, à tarde. E é um procedimento demorado, e como saio de carona, se eu não estiver pronta as 17 meu api estressa.
E hoje sem nem me avisar ele me falou as 16 que queria ir embora. Pedi 10min e demorei 30 horas mas tudo bem. Tem muitas coisas em que meu pai não cede e deveria, e muitas coisas que ele não entende. Mas é normal, fazer o quê.
Adormeci, escondida do frio nos meus cobertores, enquanto meus pais foram visitar uma loja de decoração/construção. Vi jornal, mas nem sei o que passou de notícia. O último capítulo da novela, que foi um lixo e estou só esperando pra ver se ele aparece.
Deixei recado, e como não recebi resposta negativa...
Sexta-feira tive que ficar em casa, senão não iria viajar. De manhã eu ainda fui lavar as roupas que eu queria levar pra viagem. Depois de dois dias trabalhando, ou ao menos tentando, intensamente, a minha cabeça havia ficado um pouco afastada das coisas.
E mesmo querendo aparecer online eu consegui passar o dia inteiro me impedindo disso. Porque essa viagem ia ser mais curta que a outra, não ia ser tanto tempo longe, e eu queria que ele ficasse sentindo saudade. É bom porque ele passa o fds livre pra fazer o q ele tiver a fim, porque quebra a rotina. Eu sei que não dá pra comparar o que eu sinto e faço com ele, mas não tem jeito. Eu não consigo entender o que ele sente e como ele sente saudade. Eu chego às vezes até pensar que ele não sente saudade, daquele tipo doloroso , do radical latino (de latim) donde a palavra intraduzível se originou, do fado. Isso é bem diferente de sentir falta – do gélido ‘miss you’ dos ingleses, que muitos acham que é saudade, e não é. Saudade e sentir falta são coisas muito diferentes, vide wiki. E fico achando que ele só sente falta, saudade mesmo, quase nunca. E é nessas horas que eu faço coisas como bloqueá-lo do msn.
Eu sei que eu não tou certa e não é bem assim. Mas é uma impressão que eu tenho. E são quase 2 anos com a mesma impressão, então ...
Que ele sinta falta, muita falta, pra que, quando eu voltar ele me diga que está morrendo de saudades. Pra eu acreditar nisso, e de alguma forma, ter forças pra suportar essa situação e todas as outras coisas que estão por vir.
No último minuto, eu mudei de idéia. Não era justo eu sair sem me despedir, mesmo quando ele está num momento ruim e depois eu acabe ficando louca também. Fui correndo até o pc mas a internet estava fora do ar. Saco.
Eu odeio admitir mas ... isso acaba comigo. Muito sofrimento amargura as pessoas. E outro dia estava pela zilionésima vez lendo o blog dele quando ele falou que queria ser único insubstituível e a conseqüência disso é que eu me tornasse totalmente dependente dele. A culpa então, não é minha, pq, egoísta como eu sou não tem como admitir isso. Porque eu não quero nem pensar em como vai ser a vida daqui pra frente, nem em como relacionamentos são complicados demais.
Mas fui, levemente enjoada, levemente ansiosa e um pouquinho apreensiva. Seja lá o que tiver de ser.
A viagem em si foi tranqüila. Menos horas de viagem que pra caxambu. As paradas foram muito boas, apesar de caras, como todas elas. E o mais legal é que tinha muita gente que não dormia em viagens também. Conversei muito, com muitas pessoas, e aos poucos me enturmando, já que a maioria dos alunos era da bioquímica. Graças a deus, esse ano, nenhum dos chatos da biologia molecular foi, só 28 alunos, sobraram muitas vagas. Faltou dinheiro e portanto, o ônibus nem era tão bom assim. A paisagem era bonitinha, mas cheia de neblina. Em Pirassununga, de manhã na parada pro café até saía fumacinha pela boca. Coisa que o povo de Brasília num via faz tempo. No caminho o motorista se perdeu, por volta de Mogi-mirim, já em São Paulo. Mas a nossa preocupação era chegar cedo, pra achar o hotel, almoçar e achar onde ver o jogo do Brasil.
Como ficaram 25 pessoas em um mesmo hotel, fizemos o motorista nos deixar lá. Ainda bem, pq a caminhada com malas ia ser dura, não pro ser longa mas por ser extremamente íngreme e cheia de escadarias. Mas era uma cidade bonitinha. Dá até pra tirar umas fotos e dizer que é da Europa. O hotel, meu quarto, foi muito bom. E pensando bem, pra pensão completa, foi bem barato. Era um duplo que foi adaptado pra triplo, mas tudo bem.
Fomos sair pra almoçar, procurando um lugar que estivesse aberto (dia de jogo..) e que aceitasse cartão e fosse barato. No hotel, o almoço custava só 22 reais... imagina. Comemos num lugarzinho que num era lá essas coisas, mas ao preço de 12,50 com sobremesa foi a melhor opção que encontramos. Aí fomos pro hotel do congresso, numa subida de ladeira e numa subida de mais de 7 andares de rampa curva que chega me deixou tonta... Eu fiquei chateada, pq pra variar, a grazi faz as coisas do jeito dela e que o mundo se dane. Eu queria ter voltado ao hotel pra pegar meu pôster, pq ele precisava ser afixado de 14-17 e num ia fazer isso na hora do jogo pq nem tinha como. Eu queria fazer isso pra não ter que ir duas vezes pro hotel, pq era muito íngreme e nesse ritmo meu joelho não ia agüentar até o fim do congresso. Mas, como o Luciano, que trabalhou com ela é bom demais, fizemos do jeito dela, e pq eu não sabia chegar ao hotel direito tive que ir com eles. Ao menos, quando chegamos lá vi que o Luciano tinha que afixar o pôster dele também, eu ao menos não iria sozinha. Tentamos um caminho diferente, que circundava o parque ao invés de passar por dentro dele, melhor que o caminho indo pela rua principal da cidade, que tinha um ladeirão e a subida de 7 andares de rampa. Indo pelo parque, saíamos no último andar, na parte alta do hotel e evitávamos 3 ladeiras, sobrando apenas 1, e evitando subir os 7 andares de rampa, ao menos no primeiro dia. Voltamos direto pro hotel. E quando cheguei, encontrei a minha professora, que enfrentou as ladeironas de malas e notebook pesado e tava com problemas na recepção pq a atendente (q descobrimos dps ser uma anta) não achava a reserva dela e o número do nosso quarto.
Eu não queria ver jogo do Brasil nenhum, tava sem dormir, ia apresentar e passar a noite de pé e queria descansar, dormir. Mas o pessoal ficou falando tanto que eu vi o primeiro tempo. Pela cara, iria pros pênaltis e eu subi pro quarto, não ia dormir, mas ao menos descansar um pouco. Liguei a tv quando ouvi a barulheira pra ver q a França fez gol e fui ouvindo o segundo tempo. Aí o Brasil perdeu e td mundo ficou emburrado. Conversamos um pouco, tomamos banho e sentimos frio.
E eu que queria ir de terninho... por sorte, me deram a ideia de colocar a calça de ginastica por baixo da calça social. Com 2 blusas, uma de lã, e o blazer e cachecol, não ia fazer tanto frio. Jantamos bem, e saímos pra apresentação. Não tenho paciência pra isso. Da outra vez fiquei 3horas plantadas e nenhuma alma viva se interessou pelo meu trabalho. Não ia fazer isso esse ano de novo. Passei, subi e passei umas meia-horas sentadas na lanchonete no andar de cima às vezes. Aparecerem pessoas pra ver meu trabalho, ao contrário do que eu esperava, mas eu não me arrependo não, tou nem aí pra isso. Aliás, meu trabalho foi colocado na seção errada, mas graças a isso eu não estava perto da professora, o que me deu mais liberdade. O ruim é que a seção de trabalhos foi realizada em um andar do estacionamento do hotel, ficou feinho, mas pelo menos não passamos frio como das outras vezes. No final, um garoto veio me fazer uma pergunta sobre o meu trabalho. Mas não foi sobre isso, ele queria uma resposta que era só ele ter procurado na internet. Eu não sou livro nem enciclopédia...garoto doido. Td mundo achou engraçado, e ele veio no ônibus com a gente. Aliás, ele tinha cara de bobão.
Depois, a profa falou que o Bloch, pesquisador, tinha vindo e que ele tocava violão. Ia ser legal fazermos uma reuniãozinha com ele. Mas descemos os andares todos da rampa e nada dele, descansamos no hiper-megal hall do hotel pq estávamos todos mortos. Conversamos uma bobagem leve, falamos sobre pessoas e sobre relacionamentos.
E a profa falou q dps de um tempo, os relacionamentos maduros não tem mas briga, desentendimento. Hm..tomara. E tbm que o fato do homem brincar qnd uma mulher tem chilique,briga,reclama é saudável e ameniza. Talvez seja verdade. Talvez.
Fomos embora pro nosso hotel, mais pobrinho =p Aliás, o hotel do congresso é o maior que eu já vi – tem um túnel suspenso interligando um prédio as quadras de lazer. Capacidade pra 6500 congressistas e 700 hospedes. Só vendo...o hotel é praticamente uma cidade.
No nosso hotel, o pessoal foi jogar pingue-pongue e eu só vendo. Dps q liberaram a sinuca, mudaram pra lá e eu só vendo tbm, semi-zumbi. Dps decidi dormir, as quase 2hs. Mas isso de ficar fazendo coisas pra criar uma imagem pras pessoas é um saco. Eu devia ter ido dormir no jogo, e dormir logo dps qnd chegamos.
E assim foi o sábado, q eu nem sabia mais que era sábado ou que dia era.
Dia seguinte, eu acordei as 7horas, mas tava sem paciência pra ir pro congresso e decidi não levantar de propósito. Que congresso nada, eu ia aproveitar pra fazer o mínimo possível de coisas chatas e entediantes. Acordei de novo as 10:40 e decidi ficar, não ia pro congresso pra voltar 12hs, ainda tava com uma super dor de cabeça . E avisei a grazi e o cristiano q eles tinham q colar o painel deles antes das 12hs. Hm, pessoas q não lêem manuais e regulamentos nunca sabem de nada. Fomos almoçar, e o almoço foi bem melhor do que o jantar. E depois fomos pro congresso, eu li umas coisas, marquei minha presença. Pq eu lembrei q tinha alguém dizendo q sem isso num tinha recebimento de auxilio financeiro depois.. E depositei os cupons pra concorrer as coisas. Fiquei basicamente nos andares mais de cima. E voltamos pro hotel pra jantar. E dps pro congresso pra ver a apresentação da grazi e do Cris, dei uma votla pra ver os q no q as pessoas andam trabalhando. Mas num tava a fim de ficar de novo 3hs a toa, e em pé. :Ontem tinha passado a noite de sapato social e ainda estava com o calcanhar doendo, e hj msm de tênis não ia agüentar isso de novo. Se a profa fosse voltar pro hotel como ela disse eu iria com ela. Mas decidi ir procurar o Bloch, q tava hospedado no hotel do congresso e tava no quarto. Pra isso tive que descer tuudo até a recepção e subir tuudo de novo. Uma hora e pouco dps descemos e ele estava no hall. Mas o q eu achei que ia ser uma recepção simples se transformou num show, inclusive com patrocinadores. Ele estava com violão eletroacústico, amplificador, microfone Madonna. E com pose de artista e dando show. As 22:40 eu e a profa decidimos ir embora, pq tava mto showzinho. Ele tava tocando mpb e o pessoal dos standes das empresas expositoras de materiais científicos trouxeram whisky, gelo e virou um evento social aquilo. Os outros tinham acabado de descer da sessão de trabalhos e iam ficar, a gente decidiu ir embora e o prof de minas foi com a gente, já q ele tava la na sala com a gente vendo o show a um tempinho. E já tinha tomado um copo de whisky e tava alegrinho. Na esquina, vimos um barzinho animado, com mtos jovens e gente dançando no andar de cima. Começou a tocar mpb e fomos lá ouvir,a profa decidiu tomar uma cerveja com o prof e falou preu ficar com ela senão ele ia encher e dps íamos embora. Acabei aceitando pq ela viu q eu queria ir embora. Acabou a mpb em 2 musicas e começou a sertaneja. Daquelas antigas que mta gente ouviu e quase td mundo sabe a letra pq gruda na cabeça. Não gosto de ouvir, mas essas eu ouvia, sabia ainda algumas letras. E como eu gosto mto de música, pra mim tava bom, sentada no barzinho ouvindo musica, cantando junto, e eu num tava nem aí se era sertaneja. Não é meu tipo de música preferido, mas é legal lembrar dessas coisas antigas. A profa até dançou com o prof, e foi engraçadinho ver isso. Homem velho tem vergonha de dançar, mas ele num ia resistir né. =p
E nessa hora eu fiquei pensando como pode ser triste, a nossa diferença. Pra mim, sentar num barzinho e ouvir musica ao vivo é legal, seja mpb ou mesmo sertaneja. E eu sei q isso não é a cara dele. Eu ia me divertir enquanto ele ia morrer de ódio. Nossos programas não combinam muito. Ele prefere cinema, eu prefiro em casa. Ele gosta muito de filme, eu gosto pouco. Eu gosto de dançar e ele nada. Eu curto ir a uma boate, uma balada de vez em quando, quando tenho ânimo e pique e compania festeira, ele, nem sei. Eu não gosto de animes e manga tanto quanto, ele adora. Eu não tenho mais paciência pra convenções e passei da fase, ele nem começou a curtí-la. Eu não tenho paciência pra ficar muito tempo no pc, ele adora. Eu gosto de jantar, ele quase sempre prefere pizza. Eu amo karaokê, ele odeia. Eu pago mico até de bom grado, ele se esconde das pessoas. Pensar nisso é muito triste. Um sempre vai ter que ceder, e isso com o tempo cansa. Imaginar uma vida vivendo desse jeito, em que a maioria das coisas pra se fazer em tempo livre, diversões, são divergentes é desanimador. E não ter coisas que possamos nos divertir fazendo juntos é uma constatação muito deprimente...
Depois q o cara saiu pra buscar outro copo (cerveja vendida em copos de plástico =p, nada de garrafas) a profa acabou conversando comigo e o assunto foi meu namorado. Como era, quanto tempo a gente ficava sem se ver, o que eu sentia. Essas coisinhas normais, me deixou um pouco melancólica, especialmente depois da ultima constatação recente. E ela me falou que dava pra perceber o quanto eu gostava dele, e achou muito bonito. Os caras que estavam tocando foram fazer um intervalo, o povo (da cidade e os congressistas, maioria de minas) ficou irado. Pouco depois um menino arrumou um violão e falou q ia tocar pra num deixar o povo parado, mas aí falaram q ele podia usar o equipamento do bar, e foram 2 tocar lá. Foi engraçado, até sabiam tocar mas não cantavam mto, não tavam mto acostumados com o microfone, a voz saia baixinha. Estava bem frio, 10° e se o pessoal parasse eles iam sentir o frio. Os profs pediram uma caipirinha de vodka, pra esquentar e insistiram até eu tomar um chocolate quente. Ficamos mais um pouco e fomos embora. Ah sim, logo q tínhamos chegado nesse bar mandamos uma msg pro pessoal vir. Mas eles não leram. E meu cell num fazia ligação. O Cristiano e o Luciano acabaram indo pra festa numa chácara, q organizaram visando o pessoal do congresso, e era perto, dava pra ir a pé. O Luciano foi pra acompanhar. Qnd chegamos no quarto, as quase 2hs a grazi ainda estava acordada. Conversamos e fomos dormir.
Numa dessas acabei soltando q eu comecei a gostar do Luciano no congresso passado. E a profa acabou falando do jeito dele, do q houve com ele.
Realmente, eu sei q não existe homem perfeito e nunca vai existir. Mas o Luciano eh uma das poucas pessoas excepcionais q eu conheci. Ele é bondoso ao extremo, daquelas pessoas q a gente acha q não existe mais. É igualmente educado. Eu até me atrapalhei as vezes, pq ele abria a porta ou deixava a gente passar primeiro e eu não sou acostumada com isso. É muito inteligente, tem milhões de projetos, vários artigos e passou em primeiro lugar no concurso da embrapa agora. Recebeu uma proposta em outro lugar em q ele ia ganhar algo em torno de 12k, mas num vai pq não atende a outras necessidades dele e ele não ta tão preocupado com dinheiro agora.
E a profa falou q ele é mto carinhoso, contou de como ele era com a namorada dele, como eles namoravam na faculdade, como era bonito, como ele se apaixonou demais. E em 2 meses de namoro queria casar, o q acabou assustando a família. Com o tempo a família e a irmã gêmea ajudaram a azedar o namoro enquanto ele ainda gostava da menina. Então ele é uma daquelas pessoas q sofreu demais. E passou a viver diferente, q não ia procurar mais ninguém, q se tivesse a aparecer uma mulher especial pra ele, q seria só dele, ia ser. Engraçado, pq eu tbm pensava assim. As pessoas q desacreditam das pessoas mas continuam acreditando em amor verdadeiro caem nisso. A profa ficou até rindo, pq achou q a Denise, outra ex-aluna dela é q ia gostar dele pq eles trabalharam juntas, mas ela gostou eh do mulherengo francês =p q na época era praticamente casado (sei, casado mas safado..).
E falou q se soubesse, ela podia ter dado alguma ajuda, sei lá, mexido uns pauzinhos. Mas eu o via mto pouco no laboratório, ele era tímido e não dava abertura pra conversar com ele, msm indo juntos e voltando do congresso do lado no ônibus e ele não aparecia mto no laboratório. Lógico q se isso fosse dps, comigo tendo mais intimidade com a profa as coisas seriam diferentes, eu ia falar pra ela e sei lá. Mas na época eu achava q o q tivesse q ser, ia ser. E se não foi pena, é pq não era pra ser. Em algumas coisas, nós somos muito parecidos, o q me faz pensar q se talvez tivéssemos nos envolvido teríamos dado certo.
Mas antes que eu mate alguém do coração falando de possibilidade é melhor eu continuar o raciocínio.
Hoje, aliás antes também mas em menor intensidade, eu tenho um outro tipo de preocupação. Ele é uma pessoa muito calma, muito tranqüila, aquele tipo tímido. Mas acho q ele não tem a capacidade de ser aquele tarado na cama. E eu queria alguém que me fizesse perder a timidez e me libertar desses tabus, e que me pudesse me fazer sentir realizada em todos os sentidos na cama, fazendo o que eu bem estivesse a fim. E esses caras mto certinhos só fazem amor. Fazer amor é ótimo, mas às vezes vc quer algo mais intenso. E eu sempre quis tudo. Pra mim só um desses não basta. O problema é achar um meio termo entre os extremos romântico e cafageste.
O meio termo eu já encontrei, e nesse aspecto tá td quase perfeitinho. Pra melhorar, só ele falar um pouco mais no meu ouvido, demonstrar mais (ou eu msm acostumar com o jeito dele) e gemer mais..aí e ele chega no padrão q que sempre sonhei =p
A questão q me fez gostar do Luciano é pq ele é mto delicado, mto romântico, mto atencioso e carinhoso, paciente e bondoso. Carinho é uma coisa q td mundo gosta e quer. Seja em público ou em casa, seja num momento bom ou ruim, e que se peque por excesso e não por falta, pq o importante é a intenção. Ninguém cansa de ouvir te amo demais..não se é verdadeiro.
E mesmo querendo aparecer online eu consegui passar o dia inteiro me impedindo disso. Porque essa viagem ia ser mais curta que a outra, não ia ser tanto tempo longe, e eu queria que ele ficasse sentindo saudade. É bom porque ele passa o fds livre pra fazer o q ele tiver a fim, porque quebra a rotina. Eu sei que não dá pra comparar o que eu sinto e faço com ele, mas não tem jeito. Eu não consigo entender o que ele sente e como ele sente saudade. Eu chego às vezes até pensar que ele não sente saudade, daquele tipo doloroso , do radical latino (de latim) donde a palavra intraduzível se originou, do fado. Isso é bem diferente de sentir falta – do gélido ‘miss you’ dos ingleses, que muitos acham que é saudade, e não é. Saudade e sentir falta são coisas muito diferentes, vide wiki. E fico achando que ele só sente falta, saudade mesmo, quase nunca. E é nessas horas que eu faço coisas como bloqueá-lo do msn.
Eu sei que eu não tou certa e não é bem assim. Mas é uma impressão que eu tenho. E são quase 2 anos com a mesma impressão, então ...
Que ele sinta falta, muita falta, pra que, quando eu voltar ele me diga que está morrendo de saudades. Pra eu acreditar nisso, e de alguma forma, ter forças pra suportar essa situação e todas as outras coisas que estão por vir.
No último minuto, eu mudei de idéia. Não era justo eu sair sem me despedir, mesmo quando ele está num momento ruim e depois eu acabe ficando louca também. Fui correndo até o pc mas a internet estava fora do ar. Saco.
Eu odeio admitir mas ... isso acaba comigo. Muito sofrimento amargura as pessoas. E outro dia estava pela zilionésima vez lendo o blog dele quando ele falou que queria ser único insubstituível e a conseqüência disso é que eu me tornasse totalmente dependente dele. A culpa então, não é minha, pq, egoísta como eu sou não tem como admitir isso. Porque eu não quero nem pensar em como vai ser a vida daqui pra frente, nem em como relacionamentos são complicados demais.
Mas fui, levemente enjoada, levemente ansiosa e um pouquinho apreensiva. Seja lá o que tiver de ser.
A viagem em si foi tranqüila. Menos horas de viagem que pra caxambu. As paradas foram muito boas, apesar de caras, como todas elas. E o mais legal é que tinha muita gente que não dormia em viagens também. Conversei muito, com muitas pessoas, e aos poucos me enturmando, já que a maioria dos alunos era da bioquímica. Graças a deus, esse ano, nenhum dos chatos da biologia molecular foi, só 28 alunos, sobraram muitas vagas. Faltou dinheiro e portanto, o ônibus nem era tão bom assim. A paisagem era bonitinha, mas cheia de neblina. Em Pirassununga, de manhã na parada pro café até saía fumacinha pela boca. Coisa que o povo de Brasília num via faz tempo. No caminho o motorista se perdeu, por volta de Mogi-mirim, já em São Paulo. Mas a nossa preocupação era chegar cedo, pra achar o hotel, almoçar e achar onde ver o jogo do Brasil.
Como ficaram 25 pessoas em um mesmo hotel, fizemos o motorista nos deixar lá. Ainda bem, pq a caminhada com malas ia ser dura, não pro ser longa mas por ser extremamente íngreme e cheia de escadarias. Mas era uma cidade bonitinha. Dá até pra tirar umas fotos e dizer que é da Europa. O hotel, meu quarto, foi muito bom. E pensando bem, pra pensão completa, foi bem barato. Era um duplo que foi adaptado pra triplo, mas tudo bem.
Fomos sair pra almoçar, procurando um lugar que estivesse aberto (dia de jogo..) e que aceitasse cartão e fosse barato. No hotel, o almoço custava só 22 reais... imagina. Comemos num lugarzinho que num era lá essas coisas, mas ao preço de 12,50 com sobremesa foi a melhor opção que encontramos. Aí fomos pro hotel do congresso, numa subida de ladeira e numa subida de mais de 7 andares de rampa curva que chega me deixou tonta... Eu fiquei chateada, pq pra variar, a grazi faz as coisas do jeito dela e que o mundo se dane. Eu queria ter voltado ao hotel pra pegar meu pôster, pq ele precisava ser afixado de 14-17 e num ia fazer isso na hora do jogo pq nem tinha como. Eu queria fazer isso pra não ter que ir duas vezes pro hotel, pq era muito íngreme e nesse ritmo meu joelho não ia agüentar até o fim do congresso. Mas, como o Luciano, que trabalhou com ela é bom demais, fizemos do jeito dela, e pq eu não sabia chegar ao hotel direito tive que ir com eles. Ao menos, quando chegamos lá vi que o Luciano tinha que afixar o pôster dele também, eu ao menos não iria sozinha. Tentamos um caminho diferente, que circundava o parque ao invés de passar por dentro dele, melhor que o caminho indo pela rua principal da cidade, que tinha um ladeirão e a subida de 7 andares de rampa. Indo pelo parque, saíamos no último andar, na parte alta do hotel e evitávamos 3 ladeiras, sobrando apenas 1, e evitando subir os 7 andares de rampa, ao menos no primeiro dia. Voltamos direto pro hotel. E quando cheguei, encontrei a minha professora, que enfrentou as ladeironas de malas e notebook pesado e tava com problemas na recepção pq a atendente (q descobrimos dps ser uma anta) não achava a reserva dela e o número do nosso quarto.
Eu não queria ver jogo do Brasil nenhum, tava sem dormir, ia apresentar e passar a noite de pé e queria descansar, dormir. Mas o pessoal ficou falando tanto que eu vi o primeiro tempo. Pela cara, iria pros pênaltis e eu subi pro quarto, não ia dormir, mas ao menos descansar um pouco. Liguei a tv quando ouvi a barulheira pra ver q a França fez gol e fui ouvindo o segundo tempo. Aí o Brasil perdeu e td mundo ficou emburrado. Conversamos um pouco, tomamos banho e sentimos frio.
E eu que queria ir de terninho... por sorte, me deram a ideia de colocar a calça de ginastica por baixo da calça social. Com 2 blusas, uma de lã, e o blazer e cachecol, não ia fazer tanto frio. Jantamos bem, e saímos pra apresentação. Não tenho paciência pra isso. Da outra vez fiquei 3horas plantadas e nenhuma alma viva se interessou pelo meu trabalho. Não ia fazer isso esse ano de novo. Passei, subi e passei umas meia-horas sentadas na lanchonete no andar de cima às vezes. Aparecerem pessoas pra ver meu trabalho, ao contrário do que eu esperava, mas eu não me arrependo não, tou nem aí pra isso. Aliás, meu trabalho foi colocado na seção errada, mas graças a isso eu não estava perto da professora, o que me deu mais liberdade. O ruim é que a seção de trabalhos foi realizada em um andar do estacionamento do hotel, ficou feinho, mas pelo menos não passamos frio como das outras vezes. No final, um garoto veio me fazer uma pergunta sobre o meu trabalho. Mas não foi sobre isso, ele queria uma resposta que era só ele ter procurado na internet. Eu não sou livro nem enciclopédia...garoto doido. Td mundo achou engraçado, e ele veio no ônibus com a gente. Aliás, ele tinha cara de bobão.
Depois, a profa falou que o Bloch, pesquisador, tinha vindo e que ele tocava violão. Ia ser legal fazermos uma reuniãozinha com ele. Mas descemos os andares todos da rampa e nada dele, descansamos no hiper-megal hall do hotel pq estávamos todos mortos. Conversamos uma bobagem leve, falamos sobre pessoas e sobre relacionamentos.
E a profa falou q dps de um tempo, os relacionamentos maduros não tem mas briga, desentendimento. Hm..tomara. E tbm que o fato do homem brincar qnd uma mulher tem chilique,briga,reclama é saudável e ameniza. Talvez seja verdade. Talvez.
Fomos embora pro nosso hotel, mais pobrinho =p Aliás, o hotel do congresso é o maior que eu já vi – tem um túnel suspenso interligando um prédio as quadras de lazer. Capacidade pra 6500 congressistas e 700 hospedes. Só vendo...o hotel é praticamente uma cidade.
No nosso hotel, o pessoal foi jogar pingue-pongue e eu só vendo. Dps q liberaram a sinuca, mudaram pra lá e eu só vendo tbm, semi-zumbi. Dps decidi dormir, as quase 2hs. Mas isso de ficar fazendo coisas pra criar uma imagem pras pessoas é um saco. Eu devia ter ido dormir no jogo, e dormir logo dps qnd chegamos.
E assim foi o sábado, q eu nem sabia mais que era sábado ou que dia era.
Dia seguinte, eu acordei as 7horas, mas tava sem paciência pra ir pro congresso e decidi não levantar de propósito. Que congresso nada, eu ia aproveitar pra fazer o mínimo possível de coisas chatas e entediantes. Acordei de novo as 10:40 e decidi ficar, não ia pro congresso pra voltar 12hs, ainda tava com uma super dor de cabeça . E avisei a grazi e o cristiano q eles tinham q colar o painel deles antes das 12hs. Hm, pessoas q não lêem manuais e regulamentos nunca sabem de nada. Fomos almoçar, e o almoço foi bem melhor do que o jantar. E depois fomos pro congresso, eu li umas coisas, marquei minha presença. Pq eu lembrei q tinha alguém dizendo q sem isso num tinha recebimento de auxilio financeiro depois.. E depositei os cupons pra concorrer as coisas. Fiquei basicamente nos andares mais de cima. E voltamos pro hotel pra jantar. E dps pro congresso pra ver a apresentação da grazi e do Cris, dei uma votla pra ver os q no q as pessoas andam trabalhando. Mas num tava a fim de ficar de novo 3hs a toa, e em pé. :Ontem tinha passado a noite de sapato social e ainda estava com o calcanhar doendo, e hj msm de tênis não ia agüentar isso de novo. Se a profa fosse voltar pro hotel como ela disse eu iria com ela. Mas decidi ir procurar o Bloch, q tava hospedado no hotel do congresso e tava no quarto. Pra isso tive que descer tuudo até a recepção e subir tuudo de novo. Uma hora e pouco dps descemos e ele estava no hall. Mas o q eu achei que ia ser uma recepção simples se transformou num show, inclusive com patrocinadores. Ele estava com violão eletroacústico, amplificador, microfone Madonna. E com pose de artista e dando show. As 22:40 eu e a profa decidimos ir embora, pq tava mto showzinho. Ele tava tocando mpb e o pessoal dos standes das empresas expositoras de materiais científicos trouxeram whisky, gelo e virou um evento social aquilo. Os outros tinham acabado de descer da sessão de trabalhos e iam ficar, a gente decidiu ir embora e o prof de minas foi com a gente, já q ele tava la na sala com a gente vendo o show a um tempinho. E já tinha tomado um copo de whisky e tava alegrinho. Na esquina, vimos um barzinho animado, com mtos jovens e gente dançando no andar de cima. Começou a tocar mpb e fomos lá ouvir,a profa decidiu tomar uma cerveja com o prof e falou preu ficar com ela senão ele ia encher e dps íamos embora. Acabei aceitando pq ela viu q eu queria ir embora. Acabou a mpb em 2 musicas e começou a sertaneja. Daquelas antigas que mta gente ouviu e quase td mundo sabe a letra pq gruda na cabeça. Não gosto de ouvir, mas essas eu ouvia, sabia ainda algumas letras. E como eu gosto mto de música, pra mim tava bom, sentada no barzinho ouvindo musica, cantando junto, e eu num tava nem aí se era sertaneja. Não é meu tipo de música preferido, mas é legal lembrar dessas coisas antigas. A profa até dançou com o prof, e foi engraçadinho ver isso. Homem velho tem vergonha de dançar, mas ele num ia resistir né. =p
E nessa hora eu fiquei pensando como pode ser triste, a nossa diferença. Pra mim, sentar num barzinho e ouvir musica ao vivo é legal, seja mpb ou mesmo sertaneja. E eu sei q isso não é a cara dele. Eu ia me divertir enquanto ele ia morrer de ódio. Nossos programas não combinam muito. Ele prefere cinema, eu prefiro em casa. Ele gosta muito de filme, eu gosto pouco. Eu gosto de dançar e ele nada. Eu curto ir a uma boate, uma balada de vez em quando, quando tenho ânimo e pique e compania festeira, ele, nem sei. Eu não gosto de animes e manga tanto quanto, ele adora. Eu não tenho mais paciência pra convenções e passei da fase, ele nem começou a curtí-la. Eu não tenho paciência pra ficar muito tempo no pc, ele adora. Eu gosto de jantar, ele quase sempre prefere pizza. Eu amo karaokê, ele odeia. Eu pago mico até de bom grado, ele se esconde das pessoas. Pensar nisso é muito triste. Um sempre vai ter que ceder, e isso com o tempo cansa. Imaginar uma vida vivendo desse jeito, em que a maioria das coisas pra se fazer em tempo livre, diversões, são divergentes é desanimador. E não ter coisas que possamos nos divertir fazendo juntos é uma constatação muito deprimente...
Depois q o cara saiu pra buscar outro copo (cerveja vendida em copos de plástico =p, nada de garrafas) a profa acabou conversando comigo e o assunto foi meu namorado. Como era, quanto tempo a gente ficava sem se ver, o que eu sentia. Essas coisinhas normais, me deixou um pouco melancólica, especialmente depois da ultima constatação recente. E ela me falou que dava pra perceber o quanto eu gostava dele, e achou muito bonito. Os caras que estavam tocando foram fazer um intervalo, o povo (da cidade e os congressistas, maioria de minas) ficou irado. Pouco depois um menino arrumou um violão e falou q ia tocar pra num deixar o povo parado, mas aí falaram q ele podia usar o equipamento do bar, e foram 2 tocar lá. Foi engraçado, até sabiam tocar mas não cantavam mto, não tavam mto acostumados com o microfone, a voz saia baixinha. Estava bem frio, 10° e se o pessoal parasse eles iam sentir o frio. Os profs pediram uma caipirinha de vodka, pra esquentar e insistiram até eu tomar um chocolate quente. Ficamos mais um pouco e fomos embora. Ah sim, logo q tínhamos chegado nesse bar mandamos uma msg pro pessoal vir. Mas eles não leram. E meu cell num fazia ligação. O Cristiano e o Luciano acabaram indo pra festa numa chácara, q organizaram visando o pessoal do congresso, e era perto, dava pra ir a pé. O Luciano foi pra acompanhar. Qnd chegamos no quarto, as quase 2hs a grazi ainda estava acordada. Conversamos e fomos dormir.
Numa dessas acabei soltando q eu comecei a gostar do Luciano no congresso passado. E a profa acabou falando do jeito dele, do q houve com ele.
Realmente, eu sei q não existe homem perfeito e nunca vai existir. Mas o Luciano eh uma das poucas pessoas excepcionais q eu conheci. Ele é bondoso ao extremo, daquelas pessoas q a gente acha q não existe mais. É igualmente educado. Eu até me atrapalhei as vezes, pq ele abria a porta ou deixava a gente passar primeiro e eu não sou acostumada com isso. É muito inteligente, tem milhões de projetos, vários artigos e passou em primeiro lugar no concurso da embrapa agora. Recebeu uma proposta em outro lugar em q ele ia ganhar algo em torno de 12k, mas num vai pq não atende a outras necessidades dele e ele não ta tão preocupado com dinheiro agora.
E a profa falou q ele é mto carinhoso, contou de como ele era com a namorada dele, como eles namoravam na faculdade, como era bonito, como ele se apaixonou demais. E em 2 meses de namoro queria casar, o q acabou assustando a família. Com o tempo a família e a irmã gêmea ajudaram a azedar o namoro enquanto ele ainda gostava da menina. Então ele é uma daquelas pessoas q sofreu demais. E passou a viver diferente, q não ia procurar mais ninguém, q se tivesse a aparecer uma mulher especial pra ele, q seria só dele, ia ser. Engraçado, pq eu tbm pensava assim. As pessoas q desacreditam das pessoas mas continuam acreditando em amor verdadeiro caem nisso. A profa ficou até rindo, pq achou q a Denise, outra ex-aluna dela é q ia gostar dele pq eles trabalharam juntas, mas ela gostou eh do mulherengo francês =p q na época era praticamente casado (sei, casado mas safado..).
E falou q se soubesse, ela podia ter dado alguma ajuda, sei lá, mexido uns pauzinhos. Mas eu o via mto pouco no laboratório, ele era tímido e não dava abertura pra conversar com ele, msm indo juntos e voltando do congresso do lado no ônibus e ele não aparecia mto no laboratório. Lógico q se isso fosse dps, comigo tendo mais intimidade com a profa as coisas seriam diferentes, eu ia falar pra ela e sei lá. Mas na época eu achava q o q tivesse q ser, ia ser. E se não foi pena, é pq não era pra ser. Em algumas coisas, nós somos muito parecidos, o q me faz pensar q se talvez tivéssemos nos envolvido teríamos dado certo.
Mas antes que eu mate alguém do coração falando de possibilidade é melhor eu continuar o raciocínio.
Hoje, aliás antes também mas em menor intensidade, eu tenho um outro tipo de preocupação. Ele é uma pessoa muito calma, muito tranqüila, aquele tipo tímido. Mas acho q ele não tem a capacidade de ser aquele tarado na cama. E eu queria alguém que me fizesse perder a timidez e me libertar desses tabus, e que me pudesse me fazer sentir realizada em todos os sentidos na cama, fazendo o que eu bem estivesse a fim. E esses caras mto certinhos só fazem amor. Fazer amor é ótimo, mas às vezes vc quer algo mais intenso. E eu sempre quis tudo. Pra mim só um desses não basta. O problema é achar um meio termo entre os extremos romântico e cafageste.
O meio termo eu já encontrei, e nesse aspecto tá td quase perfeitinho. Pra melhorar, só ele falar um pouco mais no meu ouvido, demonstrar mais (ou eu msm acostumar com o jeito dele) e gemer mais..aí e ele chega no padrão q que sempre sonhei =p
A questão q me fez gostar do Luciano é pq ele é mto delicado, mto romântico, mto atencioso e carinhoso, paciente e bondoso. Carinho é uma coisa q td mundo gosta e quer. Seja em público ou em casa, seja num momento bom ou ruim, e que se peque por excesso e não por falta, pq o importante é a intenção. Ninguém cansa de ouvir te amo demais..não se é verdadeiro.
quinta-feira, 6 de julho de 2006
Acordei cedo, mas nem tão cansada. O café da manha do hotel foi super sem graça. Pior do q de outros hotéis simples. Tinha granola mas num tinha iogurte pra por junto. Num tinha mel q a grazi queria, e num lugar q fica a 20min de minas não tinha pão de queijo. A gente tava falando sobre dormir cedo e acordar e eu lembrei da minha rotina de fds de dormir pouco. E a prof falou pervisses q, por sorte os meninos não ouviram. Eu só podia rir =p
Hj não ia ficar no congresso de noite, ia dar um jeito de descobrir um karaokê. Logo no primeiro dia vimos um bar com karaokê no caminho pro hotel mas não lembramos de ligar pq achávamos q íamos cantar com o Bloch. E hj a gente ia prum karaokê de qq jeito. Fomos pro congresso, vi um pouquinho de tudo, fui pro bingo. Saímos mais cedo pra dar uma volta na praça e tirar umas fotos. Eu não queria ir no parque de águas, única atração turística, só pra ver e beber águas horríveis e pagando caro. Já fiz isso uma vez em caxambu e não foi legal. Almoçamos, e de tarde, eu acabei andando pelos estandes e vi um menino da biofísica teórica, o Tonhão , num estande enturmado com umas meninas de segundo grau. Colocando balinhas dentro do tubo falcon. Eu gosto de delicado e tbm estava sem tubo falcon no laboratório, não poderia ter presente melhor. Acabei sentando junto com ele e as meninas no estande e ficamos conversando, e acabei levando tubinhos com delicados, jujubas e ovinhos de amendoin. Mas perdi o bingo. Aliás, tava super lotado de estudantes pobre querendo ganhar qualquer coisa. Eu queria só o Ipod... As meninas me disseram onde ficava a boate da cidade, os lugares agitados, e o karaokê, mas me deram indicações parciais apenas. Perguntei onde eu podia comprar casaco/malha barato e me falaram q era em monte sião, MG q eu tinha q ir. É um lugar conhecido pelas louças de porcelana e malhas. Mas eu num tava de carro. Quase q as meninas me levam com elas. O pai de uma delas era dono de uma loja.. seria bem legal conseguir desconto lá =p As meninas foram embora pra reunião delas as 17:30. Foi uma coisa nova de instituir estudantes de segundo grau..projeto Brasil jovem e a ciência. Eu perguntei umas coisas, já q eu gosto de ensinar e me interessei pelo projeto. Mas quando elas foram eu tbm fui embora. No caminho conversei com a professora, que me incunbiu da missão de achar um karaokê pra garantir a diversão da noite. E quando chego no hotel, pra pegar informações precisas, já q a lista telefônica não tinha nada q eu queria, qual não foi a minha surpresa ao ouvir q o hotel tinha karaokê e ia ligar hj? Hm, e a gente procurando isso há um tempão. Num ia ser lá essas coisas pq devia ter pouquinha musica, num ia ser q nem um lugar pra isso, mas era no próprio hotel, uma vantagem. Jantamos eu espalhei a boa nova, e fui tomar banho pra descermos pro karaokê.
Quando chegamos, só tinham 3 meninos, eu e a profa e os dois grupos ficaram revezando até as outras pessoas irem chegando. O Cristiano foi pruma outra festa e nem passou lá.a Mari, colega de mestrado mto legal acabou não indo. Como ela tinha ido com o ônibus do pessoal da católica pq não conseguiu informações pra ir no nosso, só nos encontrávamos no congresso mas eu sei q ela gosta de karaokê, uma pena, avisada ela foi.
Aí eu cantei nada sei do kid abelha, totalmente fora do ritmo e do tom. Fiquei chateada até. Msm pq minha profa queria me ver cantandoa um tempão, e acho q decepcionei mesmo sem querer. Aí os meninos cantaram uma sertaneja, então decidi avacalhar tbm =p Se eles podem eu tbm podia, e comecei cantando td q era sertaneja velha, q por sinal, deu com o meu tom de voz e nem ficou tão ruim. Eu tbm num tava mais ligando pra nada disso, se tava bom ou ruim ou desafinado. E o pessoal se divertia. A grazi, q faz coral inclusive, queria cantar mpb e cantou/cantamos algumas. Mas isso não diverte ninguém. Pra um karaokê ser legal pros dois lados tem q ser algo animado que envolva não só quem canta mas a platéia q assiste. Por isso eu pegava aquelas musicas que o povo quase esquecia mas sabia a letra. O Fábio até cantou preta, do Beto Barbosa. Foi muito engraçado. Claro q eu monopolizei o negócio. Tinha uma lista montadinha de musicas, então sempre q não tinha ninguém, ia eu. E nisso cante uni,duni,tê, do trem da alegria, q o povo tinha quaase esquecido. :Nisso sugeriram q eu cantasse musicas da Xuxa e as meninas iam ser as paquitas. Foi muito engraçado. Eu pulei, fiz coreografias, dancei. Depois me pediram pra cantar a música da cordinha do tcham, enquanto as meninas esticavam o cachecol e td mundo passava por baixo. Até o CA, prof da bioquímica foi cantar. Descobrimos pessoas q cantam bem, uma menina q sustentou a faculdade cantando em barzinho de noite, e com isso o povo foi perdendo a inibição e brincando, alguns bebendo, e td mundo se divertindo. Me pediram pra cantar macarena, enquanto o pessoal ia dançando e eu cantando num espanhol mui bueno q tinha acabado de aprender =p Logo depois pediram pra cantar a musica do Rick Martin da Maria. E até pagode rolou. Me pediram pra cantar a música do pimpolho enquanto as meninas iam dançando. Eu nem percebi a hora passar mas a minha voz foi sumindo. E fui sentindo um leve cansaço, mas tava tão bom. Eu não me divertia há tempos assim, especialmente em karaokê. E aí chegou um menino, q foi cantar roupa nova – q eu adoro e ngn tinha cantado nada, e ele falou q saiu da tal festa do congresso cedo pq não queria perder o ultimo ônibus (dessa vez a festa então tinha sido mais longe) e aí eu pensei q já era umas 5 da manha e eu ia ter q ficar emendando um dia no outro senão não ia conseguir acordar cedo e não queria mais ficar sem marcar presença nas palestras pq senão talvez me prejudicasse. Mas eram nem 3. Cantei uma ultima musica forçando a voz e fomos dormir eu e a grazi, a profa veio uns 40min dps mas estávamos dormindo. Eu chega dormi com aquele zumbido na cabeça, como quando a gente vai a um show..
No outro dia , levantamos e o Cris não foi tomar café pq devia ter chegado super tarde da festa. Ele disse q tinha q fazer isso pra não perder a reputação. E qnd nos arrumamos pra ir pro congresso, a grazi molhou o cabelo e prendeu. Ela reclama pq o cabelo dela arma mto. Aí a profa perguntou se num fica bom, ela falou q não gosta de deixar assim. Aí a profa perguntou o q o namorado dela achava, ela disse q nunca deixou o namorado dela ver. A profa perguntou se ela nunca saiu do banho e secou o cabelo no travesseiro , mostrando com a cabeça. Eu tava rindo por dentro, e a grazi nem respondeu. Dps de noite, qnd estávamos só eu a profa ela perguntou se a grazi nunca tinha dado =p Eu morri de rir com a conversa. A minha profa é legal, e acaba sendo bom conversar de leve essas coisas qnd dá, e qnd não tem gente por perto, lógico. Eu e ela nos gostamos mto. Uma pena q a relação profissional atrapalha. Se fossemos só amigas ia ser bom, mas ela as vezes tem q cobrar e repreender e tas numa posição superior e isso atrapalha e ate me chateia, claro. Mas foi legal td o q conversamos no congresso, e saber q ela não fica chateada se eu sair do lab algum dia, especialmente devido a situação minha e do namorado, msm com tds os problemas de aluno q ela teve. Aliás, descobrimos q o Leonardo vai ser papai =p lógico, q sem querer. A moça do relacionamento dele problemático, q quase casaram e moraram juntos foi visitá-lo lá no acre e voltou grávida. E ele, q tinha sido recém-contratado na universidade pública, chefe de um laboratório, cheio de alunos e projetos aprovados, vice-diretor do instituto de biologia, ou seja, com um universo a frente dele pra crescer tá pensando em arrumar um pós-doutorado em minas (bolsa de 2k q não sustenta ngn) pra ver o neném nascer... pessoas estranhas.
E o ultimo dia de congresso foi normal. De manhã eu queria sair pra tirar dinheiro, não tinha visto loja nenhuma e tinha q comprar um casaco pro meu pai pq perdi o dele. E não comprei em Petrópolis e ele ficou chateado aparentemente. Inda tinha q voltar cedo e fechar a conta do hotel as 14. Mas podíamos ficar normalmente até as 24 pq a profa ia ficar mais um dia. ^^ Assisti 30min da primeira palestra e fui ver uma palestra técnica, oferecida pelos expositores. A do dia anterior q eu fui ver só me deram uma caneta e nem sortearam nada. Nessa de hj sortearam 3 coisas, mas foi injusto, pq o papel era grandao e a urna num mexia mto bem e quem chegou atrasado e depositou o cupom por ultimo foi sorteado. E uma menina sorteou a si msm... aí eu saí e andei muuuito pra ir no banco, e no caminho olhei as lojas, caras e nada q servisse pra ngn do meu grupo de interesse. Voltando vi a bota q eu ando sonhando em comprar. R$87 . Não tive coragem de gastar esse dinheiro todo, msm valendo a pena. Subi as mega-ladeiras pra voltar e cheguei bem a tempo do almoço. De tarde fui dar uma volta com a profa pra ver se achava mais lojas, nada q coubesse no meu pai. Fomos pra palestra de modelagem do Pascutti, única q queríamos ver. Mas chegamos lá e tinha uma menina falando mto de remédio, e atrasou td, falou mais de 1h. No fim das contas o Pascutti não foi. Segunda vez q o cara faz isso comigo, no congresso de abril foi a msm coisa. Se o cara não pode ir, não marca. E esse povo q dá palestra em congresso é mto burro ou prepotente. Os caras falam q vc tem q dar 20min de palestra aí a pessoa faz uma apresentação de 60 slides. Nunca ia dar tempo. E os organizadores q não insistem no tempo. Só na palestra de modelagem da segunda q eu vi os caras cumprirem horário. E isso, de atrasar e falar demais além do tempo é uma coisa que me estressa muito. As pessoas q são irresponsáveis com horário, q tomam tempo demais dos outros e até as pessoas q não apresentam. Mas eu já tinha acordado meio ruim pq eu tbm não queria ir pra casa. Comi até mais sobremesa q o normal no almoço pra ver se melhorava meu humor mas nada. Aí , eu e a profa demos mais uma volta pelos estandes, pq ela ia ver se fechava uma compra mas no fim das contas os caras q estavam lá não tinham o aparelho. E eu querendo ir embora pro hotel pra descansar. E ela me levou pra ver os trabalhos, eu odeio sessão de trabalhos mesmo vazia, não tenho paciência pra isso. Mas fomos conversando. E ela falou q achou uma graça eu no karaokê ontem. Q eu sou muito graciosa e sensual. Foi engraçado ouvir isso =p Isso pq ela já tinha me falado do tique nervoso q eu tenho de desenhar no nariz, típico de quem tem rinite. E eu falei q eu não é pela aparência q eu me ache feia, coisa q eu vivo tentando me conhecer e que a maioria das pessoas acham q é verdade, e ela falou lógico q não é com uma sinceridade supreendente.
E tinham 2 trabalhos de hemoglobina q ela queria q eu visse e fosse perguntar pras pessoas de noite. Eu só queria voltar lá pra assinar o recibo e ir embora. Na volta ela insistiu pra irmos numa loja ver. E achei algo pro meu pai. Achei injusto levar só pra um e o preço estava msm mto barato. Acabei levando pra td mundo, o da minha mãe eu levei mas eu gosto e já levei com a intenção de eu usar pq ela anda mto chata comigo e eu não tou a fim de dar presente pra ela dps das coisas q ela fez. Pra minha irmã eu levei pq ela estava precisando e eu tbm, e meu namorado tbm pq não tem um casaco q não dê alergia. Eu queria levar um igual ao meu mas tava escrito girls do lado -_- esse eu tenho certeza q num ia dar alergia pq era sintético e não algodão. Mas... O problema é q nisso a conta ficou salgada, e eles não aceitavam cartão nenhum. A minha profa comprou um casaco e acabou pagando e eu tenho q devolver pra ela. Ainda pechinchou pra pedir 15% e não 10% de desconto, tinha lugar q tava dando 20 pra congressista e como a compra foi grande... Valeu a pena pelo preço, é verdade. Mas eu acabei ficando meio irritada de gastar mto com os outros o meu dinheiro. Mas assim ngn enche o saco. Falar em dinheiro do jeito q as coisas estão me deixa mais nervosa q outra coisa.
De noite, fomos comer numa pizzaria. E foi ruim. Pq o Cris queria ir onde o pessoal estava,mas a Mariana avisou q ia estar lotado e a gente andou e foi até lá, e tava lotado. Ai a gente voltou pra pizzaria de novo. E eu tinha falado q era melhor ficar pq ia estar lotado. E pedir conjunto é um problema. Pq cada um gosta de uma coisa. A grazi queria pizza com batata palha em cima, e só ela queria e acabou sendo a vontade dela. Um saco isso. A profa pediu meia peperoni q acho q só ela come, a mari eh alérgica a porco... problemão. Só tinha um garçom pro andar e ele não ia servir a pizza, e como tava numa estante com tampa várias pizzas não sabíamos de quem era o q . E o cara servia e tinha gente comendo ainda e outros terminado e no fim das contas era pra cada um comer 4 fatias e não foi assim. E a pizza ruim da grazi ngn queria comer, o Luciano comeu só pra deixar as outras pros outros. Ao menos na hora de dividir a conta foi tranqüilo pq td mundo tomou só 1 refri. E a mari contou a historia pornográfica q ela tava pra contar desde o começo do congresso =p e eu ri mto. Mas fiquei irada pq o pedido de auxilio financeiro era das 20:30 as 22:30 e eram 21h. E a mari pediu pra gente ajudar ela a levar as malas do hotel dela, q era perto da pizzaria pro hotel do congresso pq o ônibus dela saía de lá. E o quarto dela levaram a chave e ngn lembrou de chamar a camareira e a gente provavelmente ia ter q fazer o msm q ela, e eu fiquei irada só de pensar em levar tds as malas pelas ladeiras, pq a profa pediu pra levar 2 malas dela com a gente. E eu ainda estava com uma sacola de compras q num cabia na mala. Foi uma confusão, eu fui pro congresso, dps procurar o motorista pra ver se ele ia passar no hotel, já irritada com a desorganização. Os meninos no caminho trouxeram as malas dele pq a chave do quarto da mari tava com outra pessoa. Aí a gente foi pro hotel e eu não fui ajuda-la com as malas. Não tinha como, tava cansada. Aí nessa hora eu conversei com a profa, e ela perguntou da grazi. E foi engraçado. Vi um quase anda de novela, casseta e planeta enquanto conversamos e fomos descer as malas. E minha pressão foi baixando tão rápido q eu tinha a sensação q ia desmaiar. Tentaram colocar dvd de filme e ao invés de passar constantine escolheram clube da luta...ainda bem q tava ruim e num passava direito, tremia demais e a img sumia. Eu sugeri colocar um CD ,dos q eu tinha e foi Bon Jovi. Na 3a,ou 4a. música eu apaguei, pressão mto baixa. No meio da noite acordei assustada com meu estomago quase saindo pela boca. A parada estava ainda mto distante e eu não podia passar mal no ônibus. Com mto esforço eu consegui vencer o problema mas apaguei de novo. Acordei na parada. Desci pra ir ao banheiro, ainda mal da pressão e assim q encostei no ônibus apaguei. Acordei no café, comi salgado pra ver se melhorava mas eu ainda estava sem forças pra nada, então o organismo desligava. Chegamos mais cedo q o esperado, em cristalina e eu comprei um doritos, pra ver se o sal subia minha pressão. Funcionou mas eu não comi nada com medo de ainda passar mal. Aí a grazi deu a idéia de jogarmos máfia. E fomos assim até quase chegar. Dps os meninos começaram a fazer guerra com aquelas coberturas da poltrona do ônibus, o q me deixou chateada e irritada pq as vezes eles acertavam nos outros. E nisso fiquei pensando no a profa falou do Luciano, e msm sem querer, comecei a pensar como seria. Ter um namorado perto, podendo se ver sempre, alguém perto, da mesma área. Como seria viajar juntos pra congresso e essas coisas. E como seria não sofrer tanto. Não queria magoá-lo pensando isso mas será q eu tou errada? Eu sei q isso não é uma coisa q eu goste de falar pra ele mas, é errado querer se proteger, não sofrer tanto? Tudo são coisas q eu nunca tinha pensado antes, mas q poderiam ser. Não podem ser, porque agora não tem mais jeito. O amor é mais forte, o envolvimento é muito grande, não dá pra fugir disso mesmo que a gente tente. E é só isso q nos mantém, pq é tanta coisa atrapalhando, q se um dia o amor acabar, tudo termina. Eu sei q ele não tem culpa, e não tem jeito, é o preço a pagar e vai compensar mas , as vezes, só as vezes eu queria q as coisas fossem diferentes. Q nós dois pudéssemos ter certeza do futuro, que algum dos nossos planos desse certo, q alguma coisa boa pra nós acontecesse. Pra ajudar o peso a ser menor, mais leve ao menos um pouco. Por isso eu não queria voltar , lá era como eu era antes. Eu não era muito feliz mas também eu não sofria. Eu não vivia muito mas tava bom. Ninguém sente falta de algo q nunca teve. E lá tava tão bom esquecer dos problemas todos, da vida. Não queria ter q voltar pra realidade tão logo...
Mas o motorista não sabia chegar na unb e voltar pra garagem aí ele teve q ir pra garagem, trocar de motorista, e irmos pra unb. E qnd estávamos chegando, o ônibus deu seta e foi entrar pra direita, e um cara doido na caminhonete resolveu ultrapassar o ônibus pela direita..bateu, num deu outra.
Descemos no meio da rua. E eu fiquei esperando 20min meu pai chegar pra me buscar.
Quando cheguei em casa, logo depois de almoçar as 15hs e dar os presentes eu fui ler o blog dele e ver os emails.
Ainda bem q eu não paguei caríssimo numa lan house, pq só ia passar raiva. Bem, o destino cumpriu sua parte, a redação do vestibular foi uma carta, não podia ser melhor...
Foi horrível ler o blog dele. Me deu raiva, irritação, tristeza. A volta pra realidade foi cruel, dolorosa e brusca. As coisas q eu falo e ele não entende, td bem é o jeito dele. O monte de problemas, o fato de q eu ser feliz não proporciona o mesmo alívio pra ele- e eu tinha ficado tão alegrinha por lá... A vida q ao invéz dar trégua parece piorar as coisas. A questão de coxim que eu nem quero pensar, msm pq eu nem sei qual o resultado do vestibular. As minhas crenças q me deixam, as minhas salvações q não existem, as certezas que se dissipam deixando apenas poeira no lugar.
Tinha acabado de acordar quando ele me ligou. Eu não esperava, e ainda não queria atender. Mas não queria q ele pensasse mal. Não é q eu não queria falar com ele. Eu não queria nada, nada dessa situações ruins. Mas marcamos pra conversar de noite, eu sabia q ele queria falar comigo então não ia ser um sacrifício mto gde ele ficar sem dormir.
Vi o homem q copiava, e quase desisti, por causa da semelhança com a vida. E fiquei vendo coisas sobre coxim, q conversamos.
Não conversei do msm jeito q antes, pq eu quero manter distância. Quero ser menos dependente, quero sofrer menos. Quero q ele vá pra coxim sem preocupações, se tiver q ser. Quero viver a minha vida mais leve, quero viver a minha parte q é só minha. E assim, do jeito q foi, acho q se ele se sentiu mal acabou sendo como eu me sinto. Com uma conversa as vezes fria, como a sensação q eu tenho dele, mas q as vezes ele me prova q não é totalmente real..
Cansada.
Hj não ia ficar no congresso de noite, ia dar um jeito de descobrir um karaokê. Logo no primeiro dia vimos um bar com karaokê no caminho pro hotel mas não lembramos de ligar pq achávamos q íamos cantar com o Bloch. E hj a gente ia prum karaokê de qq jeito. Fomos pro congresso, vi um pouquinho de tudo, fui pro bingo. Saímos mais cedo pra dar uma volta na praça e tirar umas fotos. Eu não queria ir no parque de águas, única atração turística, só pra ver e beber águas horríveis e pagando caro. Já fiz isso uma vez em caxambu e não foi legal. Almoçamos, e de tarde, eu acabei andando pelos estandes e vi um menino da biofísica teórica, o Tonhão , num estande enturmado com umas meninas de segundo grau. Colocando balinhas dentro do tubo falcon. Eu gosto de delicado e tbm estava sem tubo falcon no laboratório, não poderia ter presente melhor. Acabei sentando junto com ele e as meninas no estande e ficamos conversando, e acabei levando tubinhos com delicados, jujubas e ovinhos de amendoin. Mas perdi o bingo. Aliás, tava super lotado de estudantes pobre querendo ganhar qualquer coisa. Eu queria só o Ipod... As meninas me disseram onde ficava a boate da cidade, os lugares agitados, e o karaokê, mas me deram indicações parciais apenas. Perguntei onde eu podia comprar casaco/malha barato e me falaram q era em monte sião, MG q eu tinha q ir. É um lugar conhecido pelas louças de porcelana e malhas. Mas eu num tava de carro. Quase q as meninas me levam com elas. O pai de uma delas era dono de uma loja.. seria bem legal conseguir desconto lá =p As meninas foram embora pra reunião delas as 17:30. Foi uma coisa nova de instituir estudantes de segundo grau..projeto Brasil jovem e a ciência. Eu perguntei umas coisas, já q eu gosto de ensinar e me interessei pelo projeto. Mas quando elas foram eu tbm fui embora. No caminho conversei com a professora, que me incunbiu da missão de achar um karaokê pra garantir a diversão da noite. E quando chego no hotel, pra pegar informações precisas, já q a lista telefônica não tinha nada q eu queria, qual não foi a minha surpresa ao ouvir q o hotel tinha karaokê e ia ligar hj? Hm, e a gente procurando isso há um tempão. Num ia ser lá essas coisas pq devia ter pouquinha musica, num ia ser q nem um lugar pra isso, mas era no próprio hotel, uma vantagem. Jantamos eu espalhei a boa nova, e fui tomar banho pra descermos pro karaokê.
Quando chegamos, só tinham 3 meninos, eu e a profa e os dois grupos ficaram revezando até as outras pessoas irem chegando. O Cristiano foi pruma outra festa e nem passou lá.a Mari, colega de mestrado mto legal acabou não indo. Como ela tinha ido com o ônibus do pessoal da católica pq não conseguiu informações pra ir no nosso, só nos encontrávamos no congresso mas eu sei q ela gosta de karaokê, uma pena, avisada ela foi.
Aí eu cantei nada sei do kid abelha, totalmente fora do ritmo e do tom. Fiquei chateada até. Msm pq minha profa queria me ver cantandoa um tempão, e acho q decepcionei mesmo sem querer. Aí os meninos cantaram uma sertaneja, então decidi avacalhar tbm =p Se eles podem eu tbm podia, e comecei cantando td q era sertaneja velha, q por sinal, deu com o meu tom de voz e nem ficou tão ruim. Eu tbm num tava mais ligando pra nada disso, se tava bom ou ruim ou desafinado. E o pessoal se divertia. A grazi, q faz coral inclusive, queria cantar mpb e cantou/cantamos algumas. Mas isso não diverte ninguém. Pra um karaokê ser legal pros dois lados tem q ser algo animado que envolva não só quem canta mas a platéia q assiste. Por isso eu pegava aquelas musicas que o povo quase esquecia mas sabia a letra. O Fábio até cantou preta, do Beto Barbosa. Foi muito engraçado. Claro q eu monopolizei o negócio. Tinha uma lista montadinha de musicas, então sempre q não tinha ninguém, ia eu. E nisso cante uni,duni,tê, do trem da alegria, q o povo tinha quaase esquecido. :Nisso sugeriram q eu cantasse musicas da Xuxa e as meninas iam ser as paquitas. Foi muito engraçado. Eu pulei, fiz coreografias, dancei. Depois me pediram pra cantar a música da cordinha do tcham, enquanto as meninas esticavam o cachecol e td mundo passava por baixo. Até o CA, prof da bioquímica foi cantar. Descobrimos pessoas q cantam bem, uma menina q sustentou a faculdade cantando em barzinho de noite, e com isso o povo foi perdendo a inibição e brincando, alguns bebendo, e td mundo se divertindo. Me pediram pra cantar macarena, enquanto o pessoal ia dançando e eu cantando num espanhol mui bueno q tinha acabado de aprender =p Logo depois pediram pra cantar a musica do Rick Martin da Maria. E até pagode rolou. Me pediram pra cantar a música do pimpolho enquanto as meninas iam dançando. Eu nem percebi a hora passar mas a minha voz foi sumindo. E fui sentindo um leve cansaço, mas tava tão bom. Eu não me divertia há tempos assim, especialmente em karaokê. E aí chegou um menino, q foi cantar roupa nova – q eu adoro e ngn tinha cantado nada, e ele falou q saiu da tal festa do congresso cedo pq não queria perder o ultimo ônibus (dessa vez a festa então tinha sido mais longe) e aí eu pensei q já era umas 5 da manha e eu ia ter q ficar emendando um dia no outro senão não ia conseguir acordar cedo e não queria mais ficar sem marcar presença nas palestras pq senão talvez me prejudicasse. Mas eram nem 3. Cantei uma ultima musica forçando a voz e fomos dormir eu e a grazi, a profa veio uns 40min dps mas estávamos dormindo. Eu chega dormi com aquele zumbido na cabeça, como quando a gente vai a um show..
No outro dia , levantamos e o Cris não foi tomar café pq devia ter chegado super tarde da festa. Ele disse q tinha q fazer isso pra não perder a reputação. E qnd nos arrumamos pra ir pro congresso, a grazi molhou o cabelo e prendeu. Ela reclama pq o cabelo dela arma mto. Aí a profa perguntou se num fica bom, ela falou q não gosta de deixar assim. Aí a profa perguntou o q o namorado dela achava, ela disse q nunca deixou o namorado dela ver. A profa perguntou se ela nunca saiu do banho e secou o cabelo no travesseiro , mostrando com a cabeça. Eu tava rindo por dentro, e a grazi nem respondeu. Dps de noite, qnd estávamos só eu a profa ela perguntou se a grazi nunca tinha dado =p Eu morri de rir com a conversa. A minha profa é legal, e acaba sendo bom conversar de leve essas coisas qnd dá, e qnd não tem gente por perto, lógico. Eu e ela nos gostamos mto. Uma pena q a relação profissional atrapalha. Se fossemos só amigas ia ser bom, mas ela as vezes tem q cobrar e repreender e tas numa posição superior e isso atrapalha e ate me chateia, claro. Mas foi legal td o q conversamos no congresso, e saber q ela não fica chateada se eu sair do lab algum dia, especialmente devido a situação minha e do namorado, msm com tds os problemas de aluno q ela teve. Aliás, descobrimos q o Leonardo vai ser papai =p lógico, q sem querer. A moça do relacionamento dele problemático, q quase casaram e moraram juntos foi visitá-lo lá no acre e voltou grávida. E ele, q tinha sido recém-contratado na universidade pública, chefe de um laboratório, cheio de alunos e projetos aprovados, vice-diretor do instituto de biologia, ou seja, com um universo a frente dele pra crescer tá pensando em arrumar um pós-doutorado em minas (bolsa de 2k q não sustenta ngn) pra ver o neném nascer... pessoas estranhas.
E o ultimo dia de congresso foi normal. De manhã eu queria sair pra tirar dinheiro, não tinha visto loja nenhuma e tinha q comprar um casaco pro meu pai pq perdi o dele. E não comprei em Petrópolis e ele ficou chateado aparentemente. Inda tinha q voltar cedo e fechar a conta do hotel as 14. Mas podíamos ficar normalmente até as 24 pq a profa ia ficar mais um dia. ^^ Assisti 30min da primeira palestra e fui ver uma palestra técnica, oferecida pelos expositores. A do dia anterior q eu fui ver só me deram uma caneta e nem sortearam nada. Nessa de hj sortearam 3 coisas, mas foi injusto, pq o papel era grandao e a urna num mexia mto bem e quem chegou atrasado e depositou o cupom por ultimo foi sorteado. E uma menina sorteou a si msm... aí eu saí e andei muuuito pra ir no banco, e no caminho olhei as lojas, caras e nada q servisse pra ngn do meu grupo de interesse. Voltando vi a bota q eu ando sonhando em comprar. R$87 . Não tive coragem de gastar esse dinheiro todo, msm valendo a pena. Subi as mega-ladeiras pra voltar e cheguei bem a tempo do almoço. De tarde fui dar uma volta com a profa pra ver se achava mais lojas, nada q coubesse no meu pai. Fomos pra palestra de modelagem do Pascutti, única q queríamos ver. Mas chegamos lá e tinha uma menina falando mto de remédio, e atrasou td, falou mais de 1h. No fim das contas o Pascutti não foi. Segunda vez q o cara faz isso comigo, no congresso de abril foi a msm coisa. Se o cara não pode ir, não marca. E esse povo q dá palestra em congresso é mto burro ou prepotente. Os caras falam q vc tem q dar 20min de palestra aí a pessoa faz uma apresentação de 60 slides. Nunca ia dar tempo. E os organizadores q não insistem no tempo. Só na palestra de modelagem da segunda q eu vi os caras cumprirem horário. E isso, de atrasar e falar demais além do tempo é uma coisa que me estressa muito. As pessoas q são irresponsáveis com horário, q tomam tempo demais dos outros e até as pessoas q não apresentam. Mas eu já tinha acordado meio ruim pq eu tbm não queria ir pra casa. Comi até mais sobremesa q o normal no almoço pra ver se melhorava meu humor mas nada. Aí , eu e a profa demos mais uma volta pelos estandes, pq ela ia ver se fechava uma compra mas no fim das contas os caras q estavam lá não tinham o aparelho. E eu querendo ir embora pro hotel pra descansar. E ela me levou pra ver os trabalhos, eu odeio sessão de trabalhos mesmo vazia, não tenho paciência pra isso. Mas fomos conversando. E ela falou q achou uma graça eu no karaokê ontem. Q eu sou muito graciosa e sensual. Foi engraçado ouvir isso =p Isso pq ela já tinha me falado do tique nervoso q eu tenho de desenhar no nariz, típico de quem tem rinite. E eu falei q eu não é pela aparência q eu me ache feia, coisa q eu vivo tentando me conhecer e que a maioria das pessoas acham q é verdade, e ela falou lógico q não é com uma sinceridade supreendente.
E tinham 2 trabalhos de hemoglobina q ela queria q eu visse e fosse perguntar pras pessoas de noite. Eu só queria voltar lá pra assinar o recibo e ir embora. Na volta ela insistiu pra irmos numa loja ver. E achei algo pro meu pai. Achei injusto levar só pra um e o preço estava msm mto barato. Acabei levando pra td mundo, o da minha mãe eu levei mas eu gosto e já levei com a intenção de eu usar pq ela anda mto chata comigo e eu não tou a fim de dar presente pra ela dps das coisas q ela fez. Pra minha irmã eu levei pq ela estava precisando e eu tbm, e meu namorado tbm pq não tem um casaco q não dê alergia. Eu queria levar um igual ao meu mas tava escrito girls do lado -_- esse eu tenho certeza q num ia dar alergia pq era sintético e não algodão. Mas... O problema é q nisso a conta ficou salgada, e eles não aceitavam cartão nenhum. A minha profa comprou um casaco e acabou pagando e eu tenho q devolver pra ela. Ainda pechinchou pra pedir 15% e não 10% de desconto, tinha lugar q tava dando 20 pra congressista e como a compra foi grande... Valeu a pena pelo preço, é verdade. Mas eu acabei ficando meio irritada de gastar mto com os outros o meu dinheiro. Mas assim ngn enche o saco. Falar em dinheiro do jeito q as coisas estão me deixa mais nervosa q outra coisa.
De noite, fomos comer numa pizzaria. E foi ruim. Pq o Cris queria ir onde o pessoal estava,mas a Mariana avisou q ia estar lotado e a gente andou e foi até lá, e tava lotado. Ai a gente voltou pra pizzaria de novo. E eu tinha falado q era melhor ficar pq ia estar lotado. E pedir conjunto é um problema. Pq cada um gosta de uma coisa. A grazi queria pizza com batata palha em cima, e só ela queria e acabou sendo a vontade dela. Um saco isso. A profa pediu meia peperoni q acho q só ela come, a mari eh alérgica a porco... problemão. Só tinha um garçom pro andar e ele não ia servir a pizza, e como tava numa estante com tampa várias pizzas não sabíamos de quem era o q . E o cara servia e tinha gente comendo ainda e outros terminado e no fim das contas era pra cada um comer 4 fatias e não foi assim. E a pizza ruim da grazi ngn queria comer, o Luciano comeu só pra deixar as outras pros outros. Ao menos na hora de dividir a conta foi tranqüilo pq td mundo tomou só 1 refri. E a mari contou a historia pornográfica q ela tava pra contar desde o começo do congresso =p e eu ri mto. Mas fiquei irada pq o pedido de auxilio financeiro era das 20:30 as 22:30 e eram 21h. E a mari pediu pra gente ajudar ela a levar as malas do hotel dela, q era perto da pizzaria pro hotel do congresso pq o ônibus dela saía de lá. E o quarto dela levaram a chave e ngn lembrou de chamar a camareira e a gente provavelmente ia ter q fazer o msm q ela, e eu fiquei irada só de pensar em levar tds as malas pelas ladeiras, pq a profa pediu pra levar 2 malas dela com a gente. E eu ainda estava com uma sacola de compras q num cabia na mala. Foi uma confusão, eu fui pro congresso, dps procurar o motorista pra ver se ele ia passar no hotel, já irritada com a desorganização. Os meninos no caminho trouxeram as malas dele pq a chave do quarto da mari tava com outra pessoa. Aí a gente foi pro hotel e eu não fui ajuda-la com as malas. Não tinha como, tava cansada. Aí nessa hora eu conversei com a profa, e ela perguntou da grazi. E foi engraçado. Vi um quase anda de novela, casseta e planeta enquanto conversamos e fomos descer as malas. E minha pressão foi baixando tão rápido q eu tinha a sensação q ia desmaiar. Tentaram colocar dvd de filme e ao invés de passar constantine escolheram clube da luta...ainda bem q tava ruim e num passava direito, tremia demais e a img sumia. Eu sugeri colocar um CD ,dos q eu tinha e foi Bon Jovi. Na 3a,ou 4a. música eu apaguei, pressão mto baixa. No meio da noite acordei assustada com meu estomago quase saindo pela boca. A parada estava ainda mto distante e eu não podia passar mal no ônibus. Com mto esforço eu consegui vencer o problema mas apaguei de novo. Acordei na parada. Desci pra ir ao banheiro, ainda mal da pressão e assim q encostei no ônibus apaguei. Acordei no café, comi salgado pra ver se melhorava mas eu ainda estava sem forças pra nada, então o organismo desligava. Chegamos mais cedo q o esperado, em cristalina e eu comprei um doritos, pra ver se o sal subia minha pressão. Funcionou mas eu não comi nada com medo de ainda passar mal. Aí a grazi deu a idéia de jogarmos máfia. E fomos assim até quase chegar. Dps os meninos começaram a fazer guerra com aquelas coberturas da poltrona do ônibus, o q me deixou chateada e irritada pq as vezes eles acertavam nos outros. E nisso fiquei pensando no a profa falou do Luciano, e msm sem querer, comecei a pensar como seria. Ter um namorado perto, podendo se ver sempre, alguém perto, da mesma área. Como seria viajar juntos pra congresso e essas coisas. E como seria não sofrer tanto. Não queria magoá-lo pensando isso mas será q eu tou errada? Eu sei q isso não é uma coisa q eu goste de falar pra ele mas, é errado querer se proteger, não sofrer tanto? Tudo são coisas q eu nunca tinha pensado antes, mas q poderiam ser. Não podem ser, porque agora não tem mais jeito. O amor é mais forte, o envolvimento é muito grande, não dá pra fugir disso mesmo que a gente tente. E é só isso q nos mantém, pq é tanta coisa atrapalhando, q se um dia o amor acabar, tudo termina. Eu sei q ele não tem culpa, e não tem jeito, é o preço a pagar e vai compensar mas , as vezes, só as vezes eu queria q as coisas fossem diferentes. Q nós dois pudéssemos ter certeza do futuro, que algum dos nossos planos desse certo, q alguma coisa boa pra nós acontecesse. Pra ajudar o peso a ser menor, mais leve ao menos um pouco. Por isso eu não queria voltar , lá era como eu era antes. Eu não era muito feliz mas também eu não sofria. Eu não vivia muito mas tava bom. Ninguém sente falta de algo q nunca teve. E lá tava tão bom esquecer dos problemas todos, da vida. Não queria ter q voltar pra realidade tão logo...
Mas o motorista não sabia chegar na unb e voltar pra garagem aí ele teve q ir pra garagem, trocar de motorista, e irmos pra unb. E qnd estávamos chegando, o ônibus deu seta e foi entrar pra direita, e um cara doido na caminhonete resolveu ultrapassar o ônibus pela direita..bateu, num deu outra.
Descemos no meio da rua. E eu fiquei esperando 20min meu pai chegar pra me buscar.
Quando cheguei em casa, logo depois de almoçar as 15hs e dar os presentes eu fui ler o blog dele e ver os emails.
Ainda bem q eu não paguei caríssimo numa lan house, pq só ia passar raiva. Bem, o destino cumpriu sua parte, a redação do vestibular foi uma carta, não podia ser melhor...
Foi horrível ler o blog dele. Me deu raiva, irritação, tristeza. A volta pra realidade foi cruel, dolorosa e brusca. As coisas q eu falo e ele não entende, td bem é o jeito dele. O monte de problemas, o fato de q eu ser feliz não proporciona o mesmo alívio pra ele- e eu tinha ficado tão alegrinha por lá... A vida q ao invéz dar trégua parece piorar as coisas. A questão de coxim que eu nem quero pensar, msm pq eu nem sei qual o resultado do vestibular. As minhas crenças q me deixam, as minhas salvações q não existem, as certezas que se dissipam deixando apenas poeira no lugar.
Tinha acabado de acordar quando ele me ligou. Eu não esperava, e ainda não queria atender. Mas não queria q ele pensasse mal. Não é q eu não queria falar com ele. Eu não queria nada, nada dessa situações ruins. Mas marcamos pra conversar de noite, eu sabia q ele queria falar comigo então não ia ser um sacrifício mto gde ele ficar sem dormir.
Vi o homem q copiava, e quase desisti, por causa da semelhança com a vida. E fiquei vendo coisas sobre coxim, q conversamos.
Não conversei do msm jeito q antes, pq eu quero manter distância. Quero ser menos dependente, quero sofrer menos. Quero q ele vá pra coxim sem preocupações, se tiver q ser. Quero viver a minha vida mais leve, quero viver a minha parte q é só minha. E assim, do jeito q foi, acho q se ele se sentiu mal acabou sendo como eu me sinto. Com uma conversa as vezes fria, como a sensação q eu tenho dele, mas q as vezes ele me prova q não é totalmente real..
Cansada.
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