sábado, 1 de abril de 2006

Não tava mto a fim de escrever. Ontem até tava mas ... inércia física.

Meu cérebro está bloqueando o acesso aos dados de sexta feira...
Não sei o q eu fiz de dia, não sei o q falei de dia, nem o q houve.
Só sei que ele perguntou se eu queria que ele aparecesse. Precisava? =p Ele disse que estava com insônia, então tudo bem. Se vai ficar acordado, pelo menos fica acordado comigo.

Na aula de japonês apareceu um cara, q eu supunha ser professor de japonês. Ainda não estou acostumada com os 10min de aula de religião. Fizemos umas perguntas pra ele. Não sabia bem o q perguntar,sem idéia. E no final acabei ficando disléxica, pois ngn entendia direito o q eu estava dizendo. Normalmente, quando alguém fala 'ah, então é isso' ou algo do gênero eu já sei que troquei, no mínimo, a ordem das palavras.
O fato é que ele foi lá pra contar como foi a conversão dele. E por incrível que pareça não foi bizarro como eu imaginei. Fora 'bêbado' eu entendi o que ele dizia sem tradução. Isso me anima. I realized esses dias que eu gosto de japonês independente de qualquer outra coisa. Gosto de falar/ouvir/entender desvinculado de qualquer característica da cultura.
Ele disse que nunca foi feliz, q só ficava bem quando estava bêbado. (O engraçado é alguém assim chegar a faculdade) Que na faculdade, ele gostava de inglês (no que ele se formou) mas isso não o fazia feliz, então ele vivia chamando os amigos pra beber. Detalhe, q ele nao contou sobre a infancia/adolescencia - então pra mim falta coisa nessa história, teve alguma coisa que houve que o fez deixar de ser alguma coisa normal pra ser um universitário beberrão. E que um belo dia, ele ficou sabendo de um acamapmento em ingles, e como ele gostava muito ele resolveu ir. Chegando lá, ele se sentiu enganado, pq era um acampamento de missionários protestantes americanos, mas como ele já tinha pago, não tinha jeito. E dizendo ele que cantavam muito, mas uma música em especial bem simples (tipo eu aceitei Jesus e não tem mais volta) ficou na cabeça dele. Lá as pessoas perguntavam pra ele se ele era feliz, e qual era o objetivo da vida dele, no que ele respondia que não tinha nem condições de responder a pergunta - porque não as entendia. E quando voltou pra casa, sempre que lembrava da musiquinha ele lembrava dos bons momentos que passou lá.
Bem - muito estranho. Alguém que não sabe nem o que quer da vida está perdido mesmo..
E uns dois anos depois ele acabou entrando pra igreja e sendo feliz que nem os missionários lá.
O engraçado é o 'de repente as coisas fazem sentido'.
Isso me parece completamente absurdo, as pessoas mudam aos poucos sem perceber. Por isso as coisas relacionadas a protestantismo eu não consigo entender direito. Nem a tal da conversão.
Até pensei em ir na igreja pra ouvir ele falar mas... creio que aquele culto evangélico (mais precisamente da universal) - Scared the hell out of me. Não tem expressão melhor que essa... Hoje é engraçado.

E eu fiquei estudando pro concurso, esperando ele chegar. Minha média estava até razoável. Variando de 20 a 80% de acerto. Se a sorte me ajudasse, eu poderia alcançar os 40% pra passar...
Tive que parar de estudar por causa do enjoo. Antes que eu passasse mto mal fui deitar um pouquinho,só pra esperar ele chegar.
E chegou e conversamos. E foi booom =p
tá - eu tenho que dar um jeito de escrever as coisas aqui de uma forma aceitável..pq se alguem descobre isso por acaso e ler o q eu tou pensando em escrever num vai ser bom...

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