As vezes eu sou tão burrinha... embora eu prefira inocente.
Ele disse que ia sair pra pensar, ótimo. Achei que ele ia andar, conversar, botar a fofoca em dia e voltar pra casa.
Td bem, eu ia falar pra ele ficar mais um pouquinho e deixar pra sair mais tarde, mas bobeira né?
Fui tomar um banho, resolver coisas, vi TV. Inclusive achei q ele fosse aparecer no meio do 'queer's eye for the straight guy'. Não foi. Fui procurando o q fazer até as 22. 22:30 liguei. Se ele saiu pra andar e não voltou até aquela hora ele tava mto preocupado, ou poderia ter acontecido alguma coisa.
Ouvi mto barulho no telefone.. um 'oi amor' mto sem graça, me dizendo que ia chegar tarde.
Legal... simplesmente fantástico.
Se eu soubesse disso umas horas antes, poderia ter ido yakiokê no nipo, encontrar os amigos, comer yakisoba e curtir um karaokê..q eu não faço desde maio do ano passado e que ele não gosta.
Era de se esperar que eu fosse ficar chateada. Ele nem tem idéia que eu não fui lá pra dar atenção pra ele, especialmente pq hj de tarde parecia que ele precisava mesmo disso. Claro que eu podia ter perguntado ou avisado alguma coisa, mas eu não queria que ele parecesse culpado pela minha escolha de não ir pra ficar com ele. Teve uma época, quando eu fazia provas fds, em que eu avisava constantemente dos meus compromissos. Pra ele saber q eu não podia dormir tarde,então se quisesse falar comigo, tinha que vir cedo.
Ainda mais hoje, quando ele diz q precisa mudar pronde o vento faz a curva pra fazer facul, q nós não vamos poder nos falar numa base nem semanal. Sem net, sem audio, sem telefone. Sem viagem pra SP, sem nos ver por um período maior ainda.
E pensar no tanto de sacrifícios que eu já fiz por ele. As noites sem dormir, dormindo mal, levantando de madrugada só pra vir falar com ele quando ele podia. E as inúmeras outras coisas que ele sabe melhor q eu.
domingo, 26 de março de 2006
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