Bioquímica molecular tem sido meio cansativa e tem me deixado sem muito tempo pra postar e até pra estudar pro concurso. Esse tá cada vez pior, com 200 mil inscritos, podendo chegar a meio milhão. E quanto mais eu estudo mais desmotivada eu fico,sentindo que ninguém vai conseguir passar e esse concurso é só pra efetivar os temporários de lá.
Sexta eu estive mais cansada que o normal, meu colega de grupo não consegue lerem inglês. Então eu fui lendo e explicando todo o artigo pra ele de tarde, já que pela manhã nos desencontramos e eu não pude fazer nada enquanto esperava ele aparecer no laboratório.. Eu fiquei chateada, pois meu objetivo era montar a apresentação, e ele nem tentou ler o artigo sozinho. Por isso, quando ele quis marcar pra sábado eu falei que era impossível e dei meu msn pra eventuais dúvidas.
De noite, teve a recepção da minha profa. de japonês que passou 2 meses lá fazendo curso. Foi bem legal, mas eu percebi que a professora que dá aula pros iniciantes da noite, assim como o marido, não são boas pessoas. Ela sempre foi meio maldosa, mas ficarem os dois fofocando em segredo sobre as pessoas na festinha na frente delas é muita maldade. Ah sim, meus origamisestão cada vez melhores. Eu já consigo dobrar a folha de maneira exata, sem falhar. E recebi também o resultado do exame de proeficiência.Fiz 167 pontos de 400, sendo que são 240 pra passar. Estou chegando perto, daqui 2 ou 3 anos, acho que passo. E com esse certificado em maos eu posso fazer uma faculdade no japão ou dar aulas de japonês sem medo.
Aliás, a profa. maldosa tem o nível 3. Mais atrasada do que eu =P Espero que essa gravidez faça dela uma pessoa melhor...
Em compensação a profa de iniciantes da manhã, é um amor de pessoa. No culto em japonês ela traduz a pregação com uma intensidade muito bonita. Ela tem 2 filhos pequenos mas ainda tem um jeito meio de menina,talvez por dar aulas pra crianças. Ela tem idéias fantásticas de brincadeiras, e na festa ficou num cantinho sem graça e sem comer, pq não pagou os 4 reais da vaquinha q fizemos pro lanche (ela nem sabia disso também).
Sábado meu pai teve mais uma das crises de espontaneidade. Queria ira pra goiânia, de repente. Porque minha irmã foi fazer uma tomografia cerebral que o neurologista mandou pra ver se tinha algo errado pra causar enxaqueca constante. Com isso, sem dormir à noite, ela adormeceu no meio da aula, coitada. Imagino como deve ter sido vergonhoso, especialmente porque foi 'doença'.
E eu tinha prometido tirar as dúvidas da minha dupla de trabalho via msn.
Foi triste, ele começou a me perguntar tudo que eu havia explicado na sexta. Pra variar, ele não tinha traduzido o artigo. E sem os conhecimentos básicos da área, fica mais difícil ainda.
Eu tava perdendo a paciência, e o coitado estava sem jeito já de tanto me perturbar.
Ele acabou indo (finalmente!) traduzir todo o texto e eu fiquei livre. Como estava sem paciência nenhuma, deixei o trabalho pra depois e fui ver vandread.
Minha irmã apareceu na net, mais tarde, mais descansada, e decidiu vir pra casa, com um empurrãozinho meu. Acho que ela tava precisando, e esse ano na faculdade dela é muito puxado, então é bom aproveitar enquanto ainda tem mais tempo pra respirar. Pensei em sairmos jutnos, a família, agora que estudo estava bem e bem ao ponto de estar melhor do que antes. Então tive a idéia de dedicar essa noite a isso, normalmente quando a gente sai de noite, eu sempre fico aflita pra voltar por causa do compromisso que tenho com ele.
Aproveitei pra combinar com Ele de não aparecer. Notei uma certa amargura nEle sexta, porque ele queria ir pra quermesse passear. Mas não foi por minha causa, por medo de causar problema comigo.
Essa situação é muito complexa, e eu não posso dizer que entendo porque a minha visão é muito diferente ao ponto de me deixar parcialmente cega. Eu sempre abdico de quaisquer outros planos pra ficar em casa conversando, mas eu não me arrependo de nada disso, eu faço de bom coração. A impressão que eu tenho, que deve até estar errada mas é o que eu vejo, é que ele se arrepende, ou que toma uma decisão por medo de conflito comigo. É como se fosse de certa forma uma obrigação, pode não ser arrependimento mas eu sinto que ele gostaria de Às vezes estar fazendo outra coisa. Eu me sinto '''injustiçada''' entre muitas aspas porque eu vejo que somos pessoas diferentes e não podemos cobrar dos outros o que nós damos. Quando eu deixo de fazer coisas pra ficar com Ele é uma forma de expressão, pra mim: eu te amo tanto que prefiro ficar com você do que fazer qualquer outra coisa. Mesmo que seja assim, via web. E a impressão que eu tenho é que ele não faz isso da mesma forma que eu, faz porque, de certa forma, precisa fazer. Tanto que, eu sei sair me divertir e ainda voltar a tempo de conversar.
Mas cada um tem que aprender certas coisas no caminho. Eu já aprendi que não posso negar minha felicidade, então não deixo de sair por causa dEle (em condições normais), mas que eu sei conciliar as duas coisas. Eu só dou parte da razão a Ele pela inexperiência em fazer as coisas, de não saber sair e voltar mais cedo, ou perder a hora, e como isso gera uma situação e um sentimento muito pior, é melhor ficar assim enquanto não existe outra solução.
Mas bem, sábado ele saiu. Achei que ele ia editar mas saiu mesmo e voltou tarde. Quando fui dormir as 2h, Ele não havia chegado. Eu estava cansada e dormi rápido, sem tempo de pensar muito nisso ou qualquer outra coisa.
Domingo ainda foi um dia penoso. Eu não conseguia contactar a minha dupla e o trabalho que era pra estar pronto complicou mais ainda a minha vida, adicionando fortes doses de stress emocional. Por sorte, achei-o no msn e discutimos e demos um rumo para o trabalho, redividindo as funções. E eu tendo que planejar toda a minha parte de novo e aprontar o seminário. Trabalhei muito. Tive que traduzir um artigo pra minha dupla, pra não complicar mais ainda a situação e dizer a ele o que ele tinha que apresentar. Eu só não estava mais chateada porque sábado estive 'descansando'. Ver anime é divertido mas também me cansa os olhos. Talvez porque quarta eu tive um susto que me fez correr pra emergência.
Mas a saudade fez muito bem pra ele. Porque eu fui ver anime e trabalhar e fechei o msn e sumi. Eu senti muito mais carinho, muito mais receptividade, muito mais gentileza e cuidado. E eu gosto de ser bem tratada. Além da excitação. Acho que até o fato deu estar ocupada com trabalho ajudou de alguma forma, mantendo a conversa no msn enquanto eu trabalhava.
E me deu um desespero de temrinar logo esse trabalho =p Acabamos, pra mim sem querer e sem inteñção nenhuma de minha parte, brincando no mirc. E eu ainda sou um pouco fã desse jogo erótico de sedução virtual. O 'problema' foi minha excitação crescente. Eu fui perdendo o controle, mas não sei nem ao certo porque, eu continuei com as minhas duas mãos no teclado. E essa é uma situação à qual eu não estou acostumada. Quando eu estou excitada, eu não preciso, nem gosto =p de esperar muito. E dessa vez eu fui meio que obrigada a isso. Claro que eu podia pegar nela e gozar realmente, com um joguinho simples de mirc, mas e depois? Eu queria manter a nossa conversa apimentada. E valeu a pena. Claro que a esse ponto eu já estava desesperada de vontade, com meu corpo reagindo até de forma estranha. Mas essa espera e antecipação compensaram. Eu sei que isso nunca vai me manter 'satisfeita' por mais que um dia ou dois, mas pela qualidade ter sido melhor que o normal já foi bom. E há tempos não tínhamos nada parecido. Sozinha as coisas são bem diferentes, e pra mim gozar pra Ele e de certa forma com Ele são demonstrações de amor. Além de ser algo sensual, erótico e eu gosto disso =p
Fomos dormir, e ele me disse que se ficasse sem sono, me chamaria. Fizemos um acordo, mas eu dormi direto, até 5 min antes das 6h. E fiquei feliz dele ter conseguido dormir direto todo esse tempo.
Pena que segunda eu tive que levantar cedo, pra ir organizar a apresentação. Coisa que eu fiz em meia horinha, ao invés das 2h habituais, quando faço o trabalho sozinha.
No caminho pra faculdade, ouvindo minha única e preferida rádio, tocou a música da minha apresentação de jazz quando criança. Eu nunca, nunca iria ouvir uma música antiga assim e acho que nem tanto conhecida (foi tema internacional de alguma novela ou minissérie dos anos 90) em outra rádio. E isso foi uma coisa boa, uma música gostosa de ouvir que me traz boas lembranças. Como quando eu fui comprar a fita cassete (!) da música pra ensaiar em casa. E nem precisei, aliás nem sei se cheguei a fazer isso. A apresentação foi filmada, meu tio daqui de brasília foi, eu ganhei um pijama da riachuelo que ainda tenho a blusa (que virou top =p) até hoje! E foi muito bom apresentar no teatro.
No laboratório, a minha dupla, que estava com a minha cópia da chave do laboratório, chegou tarde. 30 a 60minutos de atrasso. Eu estava trancada do lado de fora sem poder fazer nada. Paciência. Ainda bem que eu não cheguei lá com tudo pronto, senão ia ficar mais irritada ainda. Eu estava tão cansada quanto ele, mas levantei as 6 pra preparar tudo e chegar no horário. E ficar sem chave e sem o que poder fazer foi bem ruim.
Claro que minha apresentação não estava perfeita. Mas eu sabia o que ia falar e tinha montado a seqüência de slides, que foi o que havíamos combinado no domingo. E quem disse que ele chegou com a apresentação feita? Enquanto ele fazia a dele eu formatava a minha. Terminei tudo em 1h, enrolando. E ele passou a manhã toda e não terminou!
De tarde eu já estava desesperada. Ele não tinha nada pronto e a apresentação era terça. E segunda a tarde ele ainda me pediu pra explicar mais uma vez pra ele. Eu não sei como eu não tive uma crise histérica. De novo? Se eu já expliquei vezes e ele não entendeu, ele tem que buscar outra alternativa. E a apresentãção dele não estava pronta. Quase surtei..
Quando cheguei em casa, cochilei umas 2 horinhas e fui rever minha parte da apresentação. Uma pena que eu demorei demais, Ele estava online, feriado sem aula e eu trabalhando. Corri o máximo que pude e ensaiei uma vez minha apresentação.
Conversamos e tudo ia bem até a hora de ir embora. É claro que eu não queria ir, mesmo precisando. E pra variar, se eu soubesse que Ele ia dormir cedo eu não tinha ficado tanto tempo falando só de anime. O tema da conversa também é importante pra determinar se eu sinto mais ou menos saudade. E essa conversa jogada fora é boa, mas quando a gente fica pouco tempo eu saio com a impressão de 'tempo perdido', porque podíamos ter falado de nós, de amor, de saudade ou coisas parecidas. Só pude confirmar essa teoria ontem. E o fato do meu stress influencia também. Mas depois que já aconteceu, azar. Já tinha ficado 'chateada' mesmo, então era melhor ir dormir logo.
Fiquei horas rolando na cama, dormindo e acordando. Com frio e com calor. Com sem saber o que fazer. E o pior é que eu tava sonhando. Que nós estávamos no meio de um monte de casais conhecidos que se juntaram pra fazer aula de dança, e o prof. era o meu ex-prof. de chinês.. Pelo menos sonhei com ele e foi meio divertido. Não chegamos a dançar no sonho, foi curtinho o que eu lembro, só o comecinho da aula.. acordei com muito sono, com muito cansaço. E logo depois, com uma dor de cabeça insuportável. Nisso eu vi, mais uma vez, uma menina que estagia no lab e é um anjo. Quando eu comentei da dor de cabela ela foi buscar água na cozinha pra mim.. Sempre gostei muito dela, dedicada, esforçada e um doce de pessoa.
Minha dupla chegou atrasado, mas deixou a porta interna aberta como eu pedi e pude arrumar mais coisas e ensaiar de novo. Além de anotar os montes de detalhes do artigo mais intrincado, até esta data, da disciplina. Minha dupla é uma pessoa legal, mas acho que a religião dele faz ele ser um pouco chato. Eu já não estou querendo passar muito tempo por perto. E não preciso de um desconhecido vendo meus defeitos. Não me importo com isso, mas mesmo assim é chato..
Quando ele me mostrou a apresentação dele, percebi muitos errinhos, de falta de conhecimento da área propriamente, e falei o que ele tinha que modificar. Na apresentação, ele não fez isso, acabou trocando coisas de novo mas se eu fosse parar pra interromper eu refaria um slide inteiro.
Graças aos milhões de detalhes, eu fiquei insegura e quando fui apresentar pra ele me enrolei. Aí a moça chata chegou e disse que ia usar o computador que estávamos usando. Fiquei irritada com a interrupção, porque pra ver email ela podia usar qualquer computador, não precisava ser o 'dela'. Pq lá nada é de alguém e sim da faculdade. Aí eu e a dupla pegamos o laptop dele e fomos pra uma sala isolada, onde ela tinha ido pra usar o computador sem falar nada pra gente.
Ela pode estar com depressão ou com o raio de problema que for, depois do que ela aprontou comigo não me sinto solidária. Porque ela pegou pesado. Sexta ela até 'voltou' a falar comigo mas pela depressão ou por ter mudado de idéia, eu sinto ela me tratando diferente dos outros. Hoje no telefone ela ia pedir um favor, quando viu que era eu, desistiu, além de não me falar que ela que vai no meu lugar pra campinas.
Acho ótimos ela ir. Fica lá, 1 semana longe de mim, faz os experimentos com qualidade confiável, gasta dinheiro dela pra comer e eu só analiso os resultados. Por enquanto eu tou proibida de ir lá, mas sinceramente eu não queria voltar lá nunca mais.
Aí me concentrei na apresentação e no meu 3/4° slide percebi uma coisa que não tinha visto antes. Nem a minha dupla. O autor do artigo ao invés de tornar as coisas mais fáceis pros leitores não se preocupou com isso, com cuidado em nomenclatura, dificultando ainda mais a leitura de um artigo cheio de resultados sobre algo completamente novo e intrinsecamente complexo. Mas, por sorte eu percebi isso só quando apresentei pra minha dupla. Foi a salvação. Modificamos o artigo até 13h, comemos e fomos pra sala apresentar.
Minha dupla é bem calma pra apresentar, meu oposto, e até tem um jeito não tão ruim de explicar, mas pelo fato dele ter sido prof. de universidade eu esperava mais. Mais didática e menos erros depois deu ter apontado o que ele deveria mudar na apresentação.
Quando chegou na minha vez, fiquei meio nervosa mais fui acalmando no 4° slide. Meu medo era esquecer os detalhes que eram muito importantes para o entendimento de algo tão complexo. Mas como eu tinha entendido, ficava fácil de passar a mensagem. Mesmo assim eram uns 15 mutantes diferentes, e eu estava receosa de esquecer detalhes, o que não aconteceu. Descasquei um abacaxi enorme, porque apresentei todo o artigo sozinha e discuti as perguntas que me fizeram com segurança e firmeza defendendo o ponto de vista do autor do artigo. (Foi um médico metido que sabe tudo - decorador ¬¬ - e justamente por saber muito acha que está sempre certo..) Ao final as pessoas ficaram maravilhadas. Foi um trabalho muito bonito, mas muito complexo e cheio de informações e detalhes. E meu ego foi lá em cima, não por ter apresentado bem mas porque eu entendi o artigo mesmo o autor escrevendo de forma a gerar confusão. Tudo bem que eu só percebi um detalhe importante quando apresentei pra minha dupla hoje de manhã, mas acho que se fosse com outra pessoa ela não ia conseguir perceber esse detalhe que muda completamente o entendimento do artigo. E tudo isso por falta de explicação e escolha ruim de nomes por parte do autor. (além de uns outros errinhos como sinal que passou batido pelos revisores e editores da revista)
Mesmo depois de ter apresentado ainda estava com a dor de cabeça que nem o dorflex da manhã nem o da tarde deram conta de sumir.
Quando terminei a apresentação vi minha profa. Ela apareceu ainda de nariz inchado. Bem menor, mais empinado e respirando melhor mesmo cheia de pontos internos. E por sorte, encontrei com um monte de gente nesse mesmo lugar, inclusive a menina que me falou da disciplina da quimica de modelagem molecular que eu queria fazer, aproveitei pra fazer a matrícula. A aula é quinta de manhã, então só preciso ir 1 dia pra faculdade e é exatamente no dia que tem reunião no laboratório na hora do almoço. Pena que estou sem bolsa o mês que vem e sem auxílio nenhum e ainda estou sem número de matrícula e sem diploma de mestrado. Mas que burocracia demorada...
E nisso eu lembrei que meu nome foi citado na reunião pros alunos novos da pós-graduação, como uma aluna que teve um trabalho tão bom que eu entrou direto no doutorado sem prova e ainda com bolsa garantida. E lembrei que todo o pessoal novato está fazendo bioquímica comigo e me viram apresentando um artigo altamente complexo. Meu status deve estar bom no meio do povo, será? =p
Voltei pra aula, depois pra casa e ficamos conversando aqui em casa. Fui tomar um banho e que maravilha é um banho quando estamos cansados. Tudo bem que eu ainda estou com olheiras tão fundas que eu sinto até pressão negativa =p mas o bom é que hoje eu vou dormir, bastante, acordar amanhã bem mais tarde e relaxar porque o pior já passou. E vou ter tempo agora rpa estudar pro concurso também... por enquanto aprender e estudar sozinha é melhor que pagar um cursinho (que nas condições que eu quero não existe) pra ter um qualquer que não é veterinário me dando aula. Qualquer coisa eu ligo pra minha irmã e ela tira dúvidas com o prof. dela =p
Pena que, passou mais de hora que escrevo mas não vou conseguir ficar ne pra dar um beijinho de boa noite nEle, pra dizer que tou com saudades. Nem sei se devo já que ele tem prova e trabalho. Acho melhor eu descansar porque preciso.
Até por uma questão de sanidade hoje, resolvi escolher 2 das melhores coisas que eu já ouvi. E também pq deu saudade e pra pensar nas coisas boas. Aqui estão elas:
- Que ele me ama em todas as estações do meu humor
- Que eu pareço um abacaxi maduro =p
terça-feira, 20 de março de 2007
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